a importância das métricas

qual o pior tipo de relógio?

um relógio errado.  

para mais ou para menos, um relógio errado simplesmente não nos ajuda, só atrapalha.  se sabemos o quanto ele está errado, até que não é tão ruim mas, se não….

se não houvesse um relógio, iríamos atrás da hora certa em algum outro lugar mas, com um relógio errado simplesmente aceitamos o que ele nos diz.

é mais ou menos a mesma coisa com nossas métricas, com nossos indicadores.  se recebemos um retorno errado, se analisamos nossas ações através de uma métrica errado estamos, fatalmente, fadados ao fracasso.  

mais importante que medir, é medir de forma correta

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i want to put you in a category. Seth Godin

 

When I meet you or your company or your product or your restaurant or your website, I desperately need to put it into an existing category, because the mental cost of inventing a new category for every new thing I see is too high.

I am not alone in this need. In fact, that’s the way humans survive the onslaught of newness we experience daily.

Of course, you can refuse to be categorized. You can insist that it’s unfair that people judge you like this, that the categories available to you are too constricting and that your organization and your offering are too unique to be categorized.

If you make this choice, the odds are you will be categorized anyway. But since you didn’t participate, you will bemiscategorized, which is far worse than being categorized.

So choose.

What is this thing? What are you like? Are you friend or foe, flake or leader, good deal or ripoff, easy or hard, important or not? Are you destined for the trusted category or the other one?

Make it easy to categorize you and you’re likely to end up in the category you are hoping for.

 

faz alguns anos que postei isso aqui, por alguma razão esse post teve 45 acessos ontem, resovi republicá-lo

achismo

Foi ao banheiro?  Olhe aquele negocinho que segura o papel para secar as mãos (você lavou as mãos, certo?).  Fatalmente terá um aviso semelhante.

Mas, o que me irrita é:

  1. Eu não quero que minhas mãos fiquem suavemente secas, eu as quero secas de fato. Por isso, apenas duas folhas não bastam certo?
  2. Geralmente, a primeira compra que a empresa (dona do banheiro) fez foi em uma grande fornecedora de material de higiene, que tem aqueles papéis de folhas triplas, que de fato se importam com a qualidade de seus produtos, têm cientistas trabalhando, etc, etc, você sente a maciez do papel.  Mas, agora, este papel …. parece uma lixa.  Até machuca a mão, nem com 10 folhas minha mão ficará seca, aliás, com 10 folhas talvez ela fique sangrando.

E os caras-de-pau ainda colocam, escrito a mão, embaixo do recado original.
A natureza agradece.

#Tomás

Ver o post original

números | “tendência da imprensa global” conta apenas metade da história. Blue Bus

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Luciano Martins Costa hoje no Observatorio da Imprensa, comenta notícia apresentada pela Folha de ontem, 4a, “em tom triunfalista” – a materia diz que “nunca as pessoas leram tanto jornal no mundo” – “e explica que impulsionada pela leitura em novas plataformas digitais, como tablets e smartphones, a circulaçao global dos jornais aumentou 1,1% em 2011”.

Observa que “a informaçao, retirada do relatório anual ‘Tendências da Imprensa Global’, publicado pela associaçao mundial de jornais, conta apenas metade da história”. De fato, a leitura de material jornalístico aumentou globalmente em relaçao a 2010, mas apenas por causa do interesse crescente em informaçoes por parte das populaçoes da Ásia, Norte da África e Oriente Médio, adicionadas ao mundo pela participaçao da economia das regioes. Lembra Luciano que “na América Latina, a circulaçao de jornais caiu 3,3%, na Europa diminuiu 3,4% e que, na América do Norte, a queda foi de 4,3%”. Registra – “Nos últimos 9 anos, período em que a regiao consolidou sua posiçao de maior destaque na economia mundial, a Ásia viu aumentar em 16% a circulaçao de jornais, tornando-se responsável por 1/3 da tiragem mundial, enquanto a imprensa da Europa Ocidental e da América do Norte apresentavam uma perda de 17% do seu público” – leia integra aqui.

Retirado do site Blue Bus (http://www.bluebus.com.br/numeros-tendencias-da-imprensa-global-conta-apenas-a-metade-da-historia/)

africa zero

 “É uma agência que vai ser zero pesquisa, zero burocracia, zero concorrência. Em resumo: zero lero-lero”, Nizan.

Adorei o conceito, aliás, é o que procuramos fazer na Issu Comunicação.  Com a estrutura que o Nizan pode oferecer, além de sua capacidade excepcional, não tenho a menor dúvida que será um sucesso.  

Fica a pergunta.  Ela não vai roubar clientes da Africa.. cheinha?

 

 

enquanto o gato não se pronuncia, o rato come de colher

É engraçado como algumas empresas tem a capacidade de criar produtos excepcionais e não explorá-los de forma correta.

Estou falando do Pinterest, a rede social dos “pins”.  Muitas empresas descobriram que podem ganhar dinheiro lá, é óbvio.  Qualquer empresa pode usar a rede como um catálogo virtual, um tenis que a Nike poste pode muito bem ser comprado por qualquer usuário da rede.

Não tão óbvio assim é o caminho que percorre o usuário para essa compra.  Ele vê direto na página da Nike? Ele vê a página de um amigo que postou o tenis e se interessou?  Caso sim, será que, ao clicar no pin do amigo ele irá para o site da Nike? Quais são os hubs (aqueles caras que todo mundo acessa para ver o que estão fazendo, postando, curtindo) mais eficientes para cada segmento?  Qual a melhor forma de operacionalizar todo o negócio dentro do Pinterest?

Oras, ferramentas de mapeamento digital (como as que temos no Facebook, por exemplo) ajudariam e muito mas… o Pinterest teria que oferecê-las.  E é aí que o gato não se pronuncia.  Sorte dos marketeiros que algumas outras empresas estão fazendo isso, azar do Pinterest que está deixando de ganhar dinheiro com sua própria idéia.

nike e a emboscada nas olimpíadas

Eu não sabia mas a Nike tem um diretor creativo para as Olimpíadas.  Alguém pode até estranhar, afinal, a Nike não era patrocinadora das Olimpíadas.

Mas, esse cara, o sr Lotti teve uma tarefa importantíssima.  Como se aproveitar dos mais de 3.000 atletas que, sendo a Nike patrocinadora oficial das Olimpíadas ou não, usariam seus produtos.

Ele teve uma sacada muito boa.  Antigamente a Nike combinava o sapato com a cor do uniforme do atleta.  Ficava mais bonito mas… vendia pouco.  Então ele resolveu criar o Volt, “vivid neon-green-meets-highlighter-yellow color” (só para manter o nome original).

Por que essa cor?  Pois são as cores que os olhos humanos percebem de forma mais vívida, são as cores que mais chamam a atenção dos nossos olhos.  Como disse o criador, essa é nossa assinatura de cor, é o nosso “tiffany blue”.

Mas, e o que mais importa?  E o resultado disso tudo?  Segundo pesquisas, as melhores imagens das Olimpíadas retratavam de alguma forma esse tênis.  E olha que não era o tenis do Bolt, imagina se fosse.Imagem