mídia gratuita custa quanto?

Venho recebendo alguns emails de reclamações pela ausência de novos posts no meu blog.  Não sei se fico feliz, pois é sinal de que tenho leitores assíduos, ou puto da vida com esses vagabundos que estão me xingando, rsrsrsrsrs… brincadeirinha, eu fiquei, e muito, feliz.

Isso me fez lembrar de um diretor de empresa que é fanático pela mídia gratuita.  Ele acha isso o máximo.  A mídia gratuita, raramente é grátis mesmo.  Ok, pode não sair dinheiro do seu bolso para usá-la mas, se você não souber gerenciá-la (e muito bem), pode ser que saia -e muito- depois.

Duvida?  Pergunte à Coca-Cola, com a cobertura que recebeu sobre o medo de contaminação na Europa.  Ou então à Microsoft, e toda a mídia gratuita que o departamento de justiça dos Estados Unidos lhe proporcionaram.

O que me leva a uma definição que muito me agrada:

  • Publicidade é uma coisa sobre a qual você tem um controle quase total. É você quem coloca seu logo. É você quem aprova o layout, quem coloca o slogan.
  • Propaganda é gerenciar – ou pelo menos tentar – a imagem de sua empresa, sendo a meta definitiva a construção da reputação. Assim como a publicidade, ela é totalmente ofensiva no sentido de que os esforços da propaganda são iniciados por você.  Mas você não tem lá esse controle.  Você pode fazer todos os esforços para colocar a Wanessa Camargo em todas as emissoras de TV mas…. conseguir que ela se saia bem, já é mais difícil.
  • Relações Públicas podem ou não ser ofensivas. No lado ofensivo, elas são semelhantes à propaganda, você é quem dá o ponta-pé inicial (envia os releases, paga o jantar dos jornalistas, convida uns blogueiros para andar de helicóptero, etc).  Podem, também, ser iniciadas de fora.  Vai que a Exame faz um perfil da tua empresa.  Aqui, a forma com que o jornalista enquadra seus comentários, ou a forma como ele tece a reportagem, jogem completamente do seu domínio.

o cliente

Li essa frase em um site que visitei.  Achei simplesmente fantástica (obviamente que com algumas ponderações).  Mas, será que as pessoas sabem disso?  Será que aquela atendente de call center que reclama de ter cliente ligando sabe que, se ele não exestisse, ela não teria emprego.  Será que a desenhista dos projetos que reclama do cliente que pede alteração, sabe que, se ninguém pedisse alterações, ela estaria, provavelmente, sem emprego?

Enfim… é para se pensar.

 

O cliente é o visitante mais importante em nossas instalações. Ele não depende de nós. Nós é que dependemos dele. Ele não é uma interrupção no nosso trabalho. É o propósito dele. Não é um elemento estranho ao nosso negócio. É parte dele. Não lhe estamos fazendo um favor ao lhe prestar atendimento. Ele é que nos faz um favor dando a nós a oportunidade de lhe atender.

invasão das igrejas

Outro dia, quase madrugada, eu estava em casa (sem tv a cabo por causa da mudança) e tive a … terrível experiência de ver os canais abertos que temos.

Agora, o que mais me impressionou foi o fato de que uns 70% dos canais passavam conteúdo evangélico.  Ou sessão de descarrego, reza coletiva, tira dinheiro dos outros… qualquer coisa mas, tudo que se via eram pastores pregando alguma coisa.

Estou boquiaberto.  O que antes era “restrito” às grandes igrejas hoje é…. comum.  Abra sua igreja, pegue um horário em algum canal e… ganhe adeptos.

Não quero discutir religião aqui mas…. isso é um absurdo.

ousado não…. sensacional

Cada vez fico mais encantado com eses caras.

ousadia. aeiou.

Maravilhosa. Essa é a palavra que encontrei para definir a comunicação da nova operadora de celular, AEIOU

É ousada, sem dúvida. Consegue tirar vantagens de suas “supostas” desvantagens, como o fato de ser entrante no mercado, pequena (obviamente). Ela consegue atacar sem parecer mal educada. Meus parabéns aos profissionais que desenvolveram essa campanha.

Meu único medo é que, por ignorância, ela seja mal interpretada.

_tco

aeiou

aeiou