pequeno homem: como as garotas são

Vale a pena assistir

 

obsessivamente interessado em tudo (michael wolff)

Eu me olho no espelho, todos os dias, há 70 anos.

Sou complemente familiar para mim mesmo, mas não sei como aparento para outras pessoas.

Então, preciso me “embalar” de acordo para revelar quem eu sou.

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Tenho 3 músculos sem os quais eu não poderia fazer meu trabalho:

1) Curiosidade

Entenda como “Questionar”. Faz com que eu pergunte “Por quê isso é assim? Por quê é tão grande? Por que é tão pequeno? Por quê? Por quê?”

Para mim, nunca pára. Nunca pára.

2) Apreciação

Não é “questionar”, mas “notar” como as coisas podem ser alegres, coloridas. Tudo que existe é uma inspiração.

É meu trabalho ajudar as pessoas a alcançarem essa auto-expressão. Sem impor uma visão do que seja bom design. Mas sim, em como embalar os seus valores, propósitos, visões, o que as atrai, o que fazem, o que trazem – e apresentar isso para os outros guardarem, valorizarem, escolherem.

Emoções é a coisa mais importante em design gráfico. Você movimenta as pessoas, não apenas as persuade ou as faz pensar. Você as movimenta.

3) Imaginação

A Curiosidade e a Apreciação alimentam a imaginação.

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O que eu realmente gosto é saber que certas coisas tem certas texturas e sabores. E combinadas de um jeito único. O leite que você toma hoje não é o mesmo de ontem.

Eu uso cores, texturas, sequência. É a soma das partes que faz o Todo.

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Acredito que Ver seja como um exercício muscular, como a curiosidade. É estar aberto. Se você anda por aí com a cabeça pré-ocupada, você não absorve nada.

Sou obsessivamente interessado em tudo.

negócios e as redes sociais

Não é valor real ter milhões de amigos no facebook. Porque não são seus amigos mesmo, apenas não querem te ofender apertando o botão de ignorar. E se você tem 25 mil seguidores no twitter porque faz umas piadas sujas a cada hora, isso também não é muito útil para seu negócio.

A internet é uma festa gigante com as pessoas se conectando ao máximo e vendo ‘quem gostou de mim hoje?’, ‘quem falou de mim hoje?’ – mas um dia quando pedir que fechem um contrato de $ 100 mil, ai nada disso importa.

O que importa são os relacionamentos reais. Eu tenho relacionamentos reais com centenas de pessoas no mundo. Pessoas que nunca vi mas que eu poderia mandar um e-mail pedindo para dormir na casa delas por 3 dias quando estiver na cidade. Por que fazemos coisas um pelo outro. Por que trocamos idéias relevantes. Pessoas se conectam por coisas reais.
Networking sempre é importante quando é real, e sempre é uma distração sem valor quando falso. O que importa é: ‘Por quais dessas pessoas eu sairia do meu caminho? E quantas mudariam o caminho delas por mim?

seth godin at the art of marketing conference

Professional wrestling is fake. I don’t know if you knew that or not, but now you do. A trusted source has informed you that it’s fake. And since they did, professional wrestling hasn’t looked the same. You notice stuff now when you watch it.

Betty Crocker is not a real person. But in the 1930s, General Mills bought up 30 minutes of air time to have Betty Crocker answer questions and share recipes. General Mills, at one point, had 200 women employed to sign Betty Crocker’s name. And what General Mills noticed is that the more of a presence they had, the more people bought from them.

You shouldn’t worry about what’s next. You should worry about right now.

All your problems are perfect. If they weren’t perfect, you would’ve gotten rid of it a long time ago. And the only way you solve a perfect problem is by getting rid of the boundaries that makes it a problem for you.

This is the revolution of our time. It’s the only one we get. You forgot what it was like to go to work 15 years ago. No world wide web, they were just installing fax machines.

This revolution is massive. It’s something completely different.

Colonel Sanders spent his life driving from city to city. Not because he loved chicken, but because he loved a new way of doing business. Without him, there wouldn’t be franchises.

What you have to understand is that Henry Ford’s revolution is dying. His revolution was (1) interchangeable parts, (2) mass production, and (3) interchangeable people. His system had one weakness: not enough people. Not enough people who were willing to sit still and do what they’re told for 10 hours a day. Not enough skilled workers.

They want you to fit in so that they can ignore you. They want you to buy what the factories make so you have no choice but to work in the factory.

Every revolution destroys the revolution before it before it yields the good stuff.

Are you gonna win by being more obedient? Or are you going to win by being more graceful? Graceful is seeing and believing and connecting.

But have you worked with someone who is graceful? Someone who knows how to troubleshoot? If you have a map, you don’t need to troubleshoot? Yet, this isn’t what we teach our children. We raise them to comply and be obedient.

We no longer need to remember interesting facts. Wikipedia does that. We need to know how to solve problems.

All straight A’s teach you is that you’re good at school. But most of us don’t run schools. Yet we hire people that are good at school.

Every company that’s succeeding hasn’t succeeded because they’re compliant. They succeeded because they were connected.

Take North Korea. They’re really good at complying in North Korea, but we don’t buy North Korean products.

It’s really easy to make products, now. We figured out how to make a lot of things that work. The hard part isinventing and initiating.

Competence used to be very valuable. But now it’s only one click away. It’s pretty straight forward to find competence now.

In bowling, the best you can do is a 300. But it gets pretty boring watching people battle it out between a 298 and a 299. We need to avoid bowling. Bowling is about doing the same thing we did yesterday, over and over. But what people talk about is what’s new.

The average tenure of a CMO in the Fortune 500 is 18 months. They think they’re job is clever branding and great riffs. But, in fact, the M doesn’t stand for “marketing,” it stands for “movement.”

If you create a movement of people who want you to succeed, you will. But if you try to market at people, you will fail.

Che Guevera was a movement. The Grateful Dead wasn’t a band, they were a movement.

You don’t have an iPhone because it’s a good phone. You have it because it’s a badge. It makes you part of a movement and part of a tribe.

Most of us don’t do physical labor for a living. We do emotional labor. It the work of your heart.

Art had nothing to do with painting. There’s a town in China where all they do is replicate famous paintings. That’s not art. It’s painting.

When your receptionist is better than the automated system, that is art. She is connecting with people.

You cannot do art without generosity. And the magic of the web is that you can connect with people and be generous. It’s easier than ever to give your gift.

The thing about fitting in is being the most average. It’s amorphous. But what’s average?

Going to the edges: that’s easy. We know where the fringes are.

Take our lizard brain, the one responsible for fear, revenge and desire. Now, the lizard brain is wrong a lot. The lizard brain is often afraid. It will short-circuit everything. If a plane is going down, it’ll make you start screaming, but screaming doesn’t help keep the plane in the air.

But what the market rewards are people who are willing to fail. And There’s a crisis here: There’s something we know we can do, but we’re afraid.

The object is not how do I get people to buy this thing? It’s how do I spread the generosity? How do I get closer to the tribe?

We didn’t invent the internet so you could run ads. There are ads on the internet because marketers paid money of them and people are happy to take their money.

The opportunity, the thing that drives you, is that the factory and building and the bank aren’t as important as they used to be. Rather, it’s the opportunity to be human and to lead and to give and to connect.

lições de steve jobs, o monstro

aproveitando o bafafá em torno do afastamento dele da apple, replico post da jornalista Amanda de Almeida.

Quando eu era criança, meu avô era um verdadeiro aficionado por tecnologia. Logo que tinha algum lançamento, ele já ia atrás. Telefone sem fio, video-cassete, fax, DVD, celular e computadores. Ah, os computadores. O primeiro que ele comprou foi um compatível nacional do Apple II, no começo dos anos 80. Os netos disputavam a tapa a chance de brincar com algum joguinho na tela negra com cursor verde e nem sonhavam com o que Steve Jobs ainda poderia fazer. Pior: a gente nem fazia ideia de que existia um Steve Jobs.

Provavelmente você está cansado de saber quem é o Steve Jobs. Que ele foi adotado, que não concluiu a faculdade, que foi demitido de sua própria empresa e aproveitou o tempo livre para montar outra empresa. E que, hoje em dia, ele é sinônimo de sucesso. Tudo isso ele contou em um discurso para os formandos da Universidade de Stanford em 2005. Discurso que correu a internet e todo mundo leu, viu e ouviu.

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Hoje, um dia após a renúncia de Jobs ao comando da Apple, todo mundo está falando da importância dele para a tecnologia. E isso, todo mundo, inclusive você, também já está cansado de saber. Então, por que este post? Porque tão importante para tecnologia, Jobs também deixou sua marca na comunicação e no mundo dos negócios.

Quando alguém compra um produto da Apple, por exemplo, não compra um celular, um MP3, um computador ou um tablet. Ele compra um iPhone, um iPod, um Mac, um iPad. E se torna um evangelizador da marca. A satisfação é tão grande que ele recomenda aos amigos e faz piada daqueles que ainda estão “travados” na era Windows. E isso, poucas marcas conseguem. Ou você vê algum fanático por Coca-cola recomendando que você beba refrigerante todos os dias?!

Steve Jobs liderou uma revolução que combinou o que o design tem de melhor a oferecer. Beleza, utilidade, praticidade. E fazia questão de mostrar isso na apresentação dos produtos, sempre aguardadas com ansiedade pelo mundo. Basta ver todo o zum-zum-zum em torno do lançamento do iPhone 5 ou o que o iPad 3 vai trazer de novidades. Mídia espontânea. Mas, não pense você que ele não desembolsou um tostão para isso.

Foram milhões de dólares gastos em uma assessoria de comunicação eficiente, o que inclui uma presença maciça em filmes produzidos por Hollywood, que serão vistos e revistos no mundo inteiro, por anos a fio. E o cuidado quase que nazista com a imagem, policiando cada passo dado não só pela empresa, mas por todos os seus funcionários? Tente imaginar quanto isso custa em termos de estratégia?! Muito mais que um punhado de milhões de dólares

A Apple também nos envolve com storytelling. E não é uma história qualquer, que eles inventam para vender seus produtos. É tudo baseado no produto, porque eles têm uma confiança única de que o que eles estão produzindo não é só bom, é o melhor. E nós, consumidores, achamos isso foda, porque sabemos que não foi um produtinho qualquer, entregue do jeito que deu, com uma usabilidade em 80% e uma economia porca de recursos. A gente sabe que determinada tecnologia só não entrou naquela versão porque ela ainda não está 100%. Ainda. Estamos evangelizados para acreditar nisso. E acreditamos.

Daí, conversando com o Gui Boucault, da Royalpixel, e que foi fundamental para a elaboração deste texto, ele contou o seguinte: quando tinha 7 anos, André Agassi era obrigado a rebater mais de 2 mil bolas por dia. Apesar de absurdo, foi exatamente essa obsessão que o levou a chegar próximo da perfeição. Mais ou menos o que acontece com Jobs: sua dedicação obsessiva, que ultrapassa os padrões sociais, é o que fez dele quem é. E da Apple o que a Apple é.

E como o Gui disse, não adianta querer separar o Jobs sucesso do Jobs monstro, porque eles são a mesma pessoa. O sucesso existe porque o monstro não se importa de demitir um executivo 5 minutos depois de ele começar a trabalhar, que quase enlouquece seus funcionários obrigando todos a trabalhar dia e noite, tendo que se internar depois de cada projeto. Isso não é receita de sucesso. Isso é o que ele é e faz: acredita no projeto e vai até o fim com isso, até chegar próximo da perfeição.

Agora começa a era Tim Cook. É o primeiro a chegar e o último a sair do trabalho. Começa a responder seus e-mails às 4 da manhã e manda os executivos para a China de última hora, sem dar tempo para o cara fazer a mala. Talvez ele seja um monstro em formação, talvez seja apenas um cara que sabe a responsabilidade que tem, apesar de dividir com outros executivos decisões que Steve Jobs tomava sozinho.

A Apple tem como desafio, agora, continuar oferecendo soluções para problemas e necessidades que, às vezes, a gente nem imagina que tem. E, se não houver tecnologia para isso, criar.

A lição de Steve Jobs é que todo mundo erra. Todo mundo faz merda. Não existe uma receita para o sucesso. O que existe é trabalho, é dedicação. É a busca pela perfeição. É errar muito antes de, enfim, conseguir acertar. É o que faz de Steve Jobs quem ele é.

um pouco vazio

Foi assim que os mais velhos se sentiram quando Pelé parou de jogar bola?
Os negócios não costumavam ser pessoais, agora são.
Computadores não nos faziam sorrir, agora fazem.
Não me lembro de me importar se algum presidente de empresa tomou uma decisão ou outra, se estava saudável ou não, meio que.. dane-se, não me importo.
Agora eu me importo.
Claro que, mesmo após Pelé, ainda existe futebol mas… nunca mais foi o mesmo, não?
Enfim, muito obrigado Steve Jobs por nos dar algo a falar e, especialmente, um meio mais bonito e fácil de se falar.

posso e devo

Não é porque você pode fazer algo, que você deva fazê-lo.
Essas novas eras, na verdade, desde o fim da era industrial, abriram tantas portas que é muito fácil ficar paralizado diantes delas, sem saber o que fazer.

Na maior parte do tempo, tratamos nossas carreiras como um buffet.  “Me mostre o que está disponível que eu me decidirei”.

Com essa nova revolução (talvaez, até uma eterna revolução), tem tanta coisa nesse buffet que é tentador pegarmos alguma coisa só por conveniência. O melhor é: eu penso para decidir o que realmente importa e, depois, vou fazê-lo.

 

#Tomás

pensando no cliente ou pensando no dinheiro?

Eu até entendo as fabricantes de aplicativos para iPhone cobrarem pelos seus produtos.  Aliás, entendo, concordo, afinal de contas, isso não é caridade.

Agora, o que me deixa p da vida é ver a sacanagem que a Apple fez com o iPhone.  Ok, ok, eles tem um excelente produto, cheio de funcionalidades, porém, o extra, o a mais que eles poderiam fazer, pelo menos para seus fiéis clientes que, além do celular, tem o computador da marca, deixaram a desejar.

Poxa, se eu sincronizo, via bluetooth, o meu iPhone e o macbook, diz que os aparelhos não são compatíveis.

Se eu tento usar meu celular como controle do meu notebook, não consigo, tenho que comprar um aplicativo específico.  Se eu quero sincronizar os dois via bluetooth para não ter que ficar com o cabo toda hora, não posso…  Se eu quero.. posso, mas tenho que pagar.

Pelo visto a Apple deixou de ser o que já foi, pelo menos em termos de se importar com seus clientes.  E ainda reclamam que neguinho crackeia o iPhone, vai entender.

 

#Tomás

vendendo o benefício da caridade

Tudo que fazemos, fazemos porque, de alguma forma, somos beneficiados.

Vamos ao trabalho pela satisfação (espero) e por causa do dinheiro.  Sorrimos a um estranho porque nos faz sentir bem (e, talvez, recebamos um sorriso de volta).  Pegamos aquele lixo no chão quando ninguém está olhando porque dizemos a nós mesmos que ser uma boa pessoa vale o esforço.

Algumas pessoas descobriram que a caridade é uma barganha.  Pelo tempo e dinheiro que isso custa, supera todas as outras coisas que poderíamos fazer para nos sentirmos melhor.  Uma barganha comparada ao chocolate, ou um parque de diversões, ou comprando um carro novo que, provavelmente, não precisaríamos.

Para alguns, o benefício é que a sociedade respeita o caridoso. Erguem edifícios com os nomes deles.  Para muitos, porém, a caridade anônima vale muito mais pois significa a caridade em sua forma mais pura.  Uma doação vale sua paz de espírito.

Fico fascinado pelas pessoas que não vêem benefício na caridade, que, pelo contrário, vêem algum tipo de malefício.  Acho que, para essas pessoas, seu ponto de vista sobre o mundo é algo do tipo: se a caridade fosse importante, melhor eu dar mais.  Se isso é verdade (eles pensam), então o que quer que eu dê não me fará sentir melhor, me fará sentir pior pois não importa o quanto eu dê, nunca será suficiente.  Melhor evitar tudo isso.

Penso que marqueteiros de causas que “façam o bem” tem um longo caminho a percorrer para vender essa idéia ao público sobre … a principal razão para se doar. Não doe porque você terá uma placa de honra, um prêmio ou algo do tipo.  Pra mim, a grande sacada é: doe porque fazer parte da comunidade vale mais do que custa.

 

Tomás

como os chineses irão dominar o mundo

 

Luciano Pires é diretor de marketing da Dana e profissional de comunicação

Alguns conhecidos voltaram da China impressionados.
Um determinado produto que o Brasil fabrica em um milhão de unidades, uma só fábrica chinesa produz quarenta milhões…
A qualidade já é equivalente. E a velocidade de reação é  impressionante.
Os chineses colocam qualquer produto no mercado em questão de semanas…
Com preços que são uma fração dos praticados aqui.

Uma das fábricas está de mudança para o interior, pois os salários da região onde está instalada estão altos demais: 100 dólares.
Um operário brasileiro equivalente ganha 300 dólares no mínimo que acrescidos de impostos e benefícios representam quase 600 dólares.
Quando comparados com os 100 dólares dos chineses, que recebem praticamente zero benefícios…. estamos perante uma escravatura amarela e alimentando-a…

Horas extraordinárias? Na China…? Esqueça !!!
O pessoal por lá é tão agradecido por ter um emprego que trabalha horas extras sabendo que não vão receber nada  por isso…

Atrás dessa “postura” está a grande armadilha chinesa.
Não se trata de uma estratégia comercial, mas sim de uma estratégia de “poder” para ganhar o mercado ocidental .

Os chineses estão tirando proveito da atitude dos ‘marqueteiros’ ocidentais, que preferem terceirizar a produção ficando apenas com o que ela “agrega de valor”: a marca.

Dificilmente você adquire atualmente nas grandes redes comerciais dos Estados Unidos da América um produto “made in USA”. É tudo “made in China”, com rótulo estadunidense.

As empresas ganham rios de dinheiro comprando dos chineses por centavos e vendendo por centenas de dólares…
Apenas lhes interessa o lucro imediato e a qualquer preço.
Mesmo ao custo do fechamento das suas fábricas e do brutal desemprego. É o que pode-se chamar de “estratégia preçonhenta”.

Enquanto os ocidentais terceirizam as táticas e ganham no curto prazo, a China assimila essas táticas, cria unidades produtivas de alta performance, para dominar no longo prazo.

Enquanto as grandes potências mercadológicas que ficam com as marcas, com o design…suas grifes, os chineses estão ficando com a produção, assistindo, estimulando e contribuindo para o desmantelamento dos já poucos parques industriais ocidentais.

Em breve, por exemplo, já não haverá mais fábricas de tênis ou de calçados pelo mundo ocidental. Só haverá na China.

Então, num futuro próximo veremos os produtos chineses aumentando os seus preços, produzindo um “choque da manufatura”, como aconteceu com o choque petrolífero nos anos setenta. Aí já será tarde de mais.
Então o mundo perceberá que reerguer as suas fábricas terá um custo proibitivo e irá render-se ao poderio chinês.

Perceberá que alimentou um enorme dragão e acabou refém do mesmo.
Dragão este  que aumentará gradativamente seus  preços, já que será ele quem ditará as novas leis de mercado, pois será quem manda,  pois terá o monopólio da produção .

Sendo ela e apenas ela quem possuirá as fábricas, inventários e empregos é quem vai regular os mercados e não os “preçonhentos”.

Iremos, nós e os nossos filhos, netos… assistir a uma inversão das regras do jogo atual que terão nas economias ocidentais o impacto de uma bomba atômica… chinesa.

Nessa altura em que o mundo ocidental  acordar será muito tarde.

Nesse dia, os executivos “preçonhentos” olharão tristemente para os esqueletos das suas antigas fábricas, para os técnicos aposentados jogando baralho na praça da esquina, e chorarão sobre as sucatas dos seus parques fabris desmontados.

E então lembrarão, com muita saudade, do tempo em que ganharam dinheiro comprando “balatinho dos esclavos” chineses, vendendo caro suas “marcas- grifes” aos seus conterrâneos.

E então, entristecidos, abrirão suas “marmitas” e almoçarão as suas marcas que já deixaram de ser moda e, por isso, deixaram de ser poderosas pois foram todas copiadas….

REFLITAM E COMECEM A COMPRAR – –  OS PRODUTOS DE FABRICAÇÃO NACIONAL, FOMENTANDO O EMPREGO EM SEU PAÍS, PELA SOBREVIVENCIA DO SEU AMIGO, DO SEU VIZINHO E ATÉ MESMO DA SUA PRÓPRIA… E DE SEUS DESCENDENTES.

Pense mais além …
E seu poderio bélico-militar ???
Ficaremos reféns e a mercê, ou seja, estamos hoje criando a cobra que nos morderá no futuro !!!