sim.. boa propaganda ainda existe

Para os apóstolos do apocalipse da propaganda mundial (em especial a brasileira), mais uma sequência de anúncios fabulosos.  Ah, MMM… pelo jeitão do anúncio e todos os avançadíssimos recursos audiovisuais, podemos perceber que eles investiram rios de dinheiro, não?

Agora, se o rugby será grande no Brasil, confesso que tenho minhas dúvidas mas…. a iniciativa é muito boa.

 

tomás

que impressiona … impressiona

Ok.  Eu não sou base de comparação para os jogadores de rugby.  O que me … apavora … fatalmente não os causa leve arrepio.

Mas eu não tenho dúvidas que os adversários dos all blacks (melhor time de rugby do mundo – seleção da Nova Zelândia), sentem-se ligeiramente incomodados com esse antigo costume maori.

É … ou não é?

preconceito no twitter vira caso de justiça

Honestamente não posso culpá-la mas …

 

do AdNews

Em época de redes sociais, vale mais ainda alertar para o ditado “todo cuidado é pouco”. Se a estudante de Direito Mayara Petruso prestasse atenção a isso talvez escapasse de um processo de representação criminal movido pela Ordem dos Advogados do Brasil, seção Pernambuco. Ela cometeu discriminação contra nordestinos no Twitter ao postar mensagens como: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!”.

A série de ataques teve início no domingo à noite, após a eleição de Dilma Roussef como nova presidente do Brasil. Mayara se revoltou contra vitória da candidata do PT e culpou nordestinos, região onde Dilma teve mais votos, pelo acontecido. Além dela, outros usuários postaram mensagens com mesmo teor: “Tinham que separar o Nordeste e os bolsas vadio do Brasil” e “Construindo câmara de gás no Nordeste matando geral”.

A reação não demorou a vir. Nordestinos criaram a hashtag “#orgulhodesernordestino” e alcançaram os Trending Topics, como o assunto mais discutido no Twitter. “São mensagens absolutamente preconceituosas. Além disso, é inadmissível que uma estudante de Direito tenha atitudes contrárias à função social da sua profissão. Como alguém com esse comportamento vai se tornar um profissional que precisa defender a Justiça e os direitos humanos?”, questionou o presidente da OAB-PE, Henrique Mariano, em entrevista concedida ao jornal O Globo.

Mariano informa que Mayara responderá por crime de racismo, em que pode pegar pena de dois a cinco anos de prisão, e incitação pública de prática de crime (cuja pena é detenção de três a seis meses, ou multa), no caso, homicídio.

Em nota ao UOL Tecnologia, o escritório de advocacia “Peixoto e Cury Advogados” disse que “Mayara Petruso foi sua estagiária, porém, não faz mais parte dos quadros do escritório”. A empresa informou que “lamenta a infeliz opinião pessoal emitida, em rede social”, e disse ter tomado conhecimento do fato pela mídia.

Já aconteceu

Casos semelhantes ao de Mayara já aconteceram. Em março de 2010, o Twitter também foi palco para demissão.  Corintiano declarado, o diretor comercial da Locaweb, Alex Glikas, foi demitido da companhia por enviar mensagens provocativas aos torcedores do rival São Paulo Futebol Clube pela rede social. A empresa havia firmado um contrato de aluguel por dois jogos e as declarações causaram saia justa entre a Locaweb e o clube.

Redação Adnews

anúncio feito de asfalto

Sim, ainda existe criatividade … e muito boa por sinal.

do AdNews

Depois de um anúncio comestível e outro de parafina (relembre), a Loducca resolveu criar uma propaganda impressa feita de asfalto. A peça foi idealizada para o Grupo CCR e comemora o fato de a Rodovia dos Bandeirantes ter sido eleita pela 5º vez consecutiva a melhor rodovia do Brasil pelo Guia Quatro Rodas Estradas 2011.

Sob o título: “Na remota hipótese de você não conhecer a melhor rodovia do país, aqui vai um pedacinho.”, a agência produziu anuncio feito de asfalto que veiculará na Revista Exame do mês de novembro (só para parte dos assinantes).

Veja como foi a produção do anúncio:

novo flashmob T-Mobile

A ação foi simplesmente fantástica, não dá pra negar.  O flashmob (veja e entenda), que a T-Mobile criou promovendo sua marca foi magistralmente executado.

A ação aconteceu semana passada em um aeroporto inglês.  Ela “pegava” passageiros que voltavam para casa nos vôos internacionais.

Ok, ok. Está de parabéns mas… esse tipo de ação me assusta um pouco.

Como grande parte das novas formas de impactar o público que o pessoal inventa, no começo é só alegria.  As ações são absurdamente criativa, impactantes, etc, etc, etc.  Mas ela contradiz um princípio básico (relativamente novo, mas já básico) da comunicação.  A permissão. Teoricamente o consumidor (pelo menos é de bom tom) deve aceitar ser impactado por qualquer tipo de ação.  Essas, primeiras, ainda são maravilhosas, não deve ter muita rejeição mas… e daqui 06 meses?  Será que, como 99% das novas ações, não vira aquela palhaçada, sem graça, que incomoda?

Ok, ok, eu sou o chato … mas… talvez aconteca.

unilever investe em espaço para experimentação

do MMOnline

Companhia inaugura laboratório para testar e criar ideias que funcionem no ambiente virtual

Na busca pelo pioneirismo e pela melhor forma de se comunicar com os consumidores, a Unilever acaba de inaugurar o Media Lab, ambiente que deverá servir de experimentação para as ações da companhia nos meios digitais. A iniciativa já existe em outros países como Inglaterra e Estados Unidos, sendo que o Brasil é o primeiro a receber essa espécie de centro de estudo em marketing online na América Latina.

Com espaço de cerca de 40 metros quadrados, a laboratório é dividido em quatro estações equipadas com os devices que hoje fazem parte do dia a dia da sociedade brasileira. Ao fundo da sala fica disposto, por exemplo, um monitor ligado a diferentes consoles de videogame para que se possa testar e desenvolver ações baseadas em jogos. Logo ao lado, uma bancada expõe diversos modelos de telefones celulares que vão desde equipamentos de última geração até os mais simples e munidos de recursos limitados. Outra estação dedicada ao estudo de vídeos digitais serve como base para aprimorar a produção de conteúdo e, por fim, um computador fica à disposição das equipes da Unilever no intuito de introduzir com mais intensidade na cultura da companhia o uso de métricas e relatórios exclusivos para ações nesses canais.

“Nossa ideia é que o Media Lab se transforme em um espaço colaborativo que contribua para o surgimento de grandes ideias. É lá também que essas ideias serão testadas a aprimoradas para que a gente consiga pensar soluções sob a ótica dos consumidores e, dessa forma, promover uma aproximação natural com essas pessoas através de nossas marcas”, conta Malu López, diretora de mídia da Unilever Brasil. Pensado em conjunto com as três agências digitais da companhia – CuboCC, F.biz e Ogilvy –, o laboratório contará ainda com conteúdo atualizado pela Elemídia e que trará todas as notícias referentes à tendências e cases de marketing digital que acontecem pelo mundo. “As notícias deverão servir de inspiração durante as reuniões e discussões que levaremos para dentro da sala”, diz Malu. Ao todo, outros dez parceiros estão envolvidos no projeto, que demorou cerca de seis meses para ser desenvolvido.

A executiva conta ainda que espera transformar o espaço em um local para troca de experiências entre profissionais do mercado digital com o propósito de criar referências concretas de ações executadas nesses canais. Para tanto, a Unilever conta ainda com um blog e uma página no Facebook do Media Lab visando justamente alimentar essas possíveis discussões entre membros de comunidades de marketing. “Consideramos essa iniciativa estratégica para a companhia por acreditarmos que em algum momento o digital deverá funcionar como o centro da comunicação de nossas marcas. Temos que começar a fazer essas experimentações com mais profundidade para entendermos de que maneira podemos criar valor aos nossos consumidores”, completa Malu.