metida a besta

Quem me conhece sabe.  Eu adoro a Apple.

Seja pelo seu design, pela superioridade do seu sistema operacional, pela preocupação com a experiência do consumidor em todas as interações com a marca, a “desembalagem”, a facilidade para o primeiro uso, a assistência técnica, etc, etc.

Mas … por que ser tão, ou estranhamente, diferente?

A Apple levou seu slogan “think different” ao extremo.  Se antes pensávamos diferente, agora somos obrigados, com o iPhone 4 a … agir diferente, de forma burra.

Quebrei meu iPhone 4, acontece, ele não foi projetado para entrar na piscina.  Erro meu.  Mas, e agora?  Simplesmente comprar outro, ok.  Demorará 20 dias para chegar.  E até lá?  Ora, pegue o seu celular antigo e o use nesse período, qual o problema? é o primeiro -e normal- pensamento de qualquer um.  Na verdade, não tem o menor problema… ou, não teria.

Porém, porque a Apple por alguma razão que não é design, ou engenharia de produto, criou um novo chip, um chip menor, diferente do chip de qualquer outro aparelho da atualidade.  Então, o bobão aqui precisará ir a uma loja tim, comprar um chip novo (normal), colocar no aparelho antigo, depois, quando chegar o telefone novo, comprar outro chip “estranho” que só a Apple usa e, finalmente, voltar a usar o aparelho.

A facilidade criada por quem quer que tenha inventado o sistema gsm (de trocar de celular como quem troca de … blusa, bastante colocar o chip em outro aparelho, foi pro brejo.

Isso me faz pensar… será que vale a pena comprar outro iPhone? Ou seria melhor comprar um nokia?

Em se tratando de computadores, a diferença vale.  A superioridade a Apple, para mim, compensa sua exentricidade,  mas, se tratando de celular?  Não Apple, você não é tão boa assim.

 

Tomás

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o milagre de edward berneays

do MadiaMundoMarketing

“Sua sorte dependerá da maneira como você trata as pessoas”.
Bridget O’Donnell

No dia 3 de março de 1995, aos 103 anos, morreu EDWARD BERNAYS. Na opinião da maioria, um dos gênios das Relações Públicas, ou como se costuma chamar hoje, genericamente, do “no – advertising”.

Aposentado há muitos anos, BERNAYS protagonizou alguns dos mais fantásticos “cases” de RP desde os primórdios do marketing moderno. Dentre todos, talvez o “the best”, o que lhe garantiu fama e fortuna, tenha sido seu trabalho para LUCKY STRIKE em 1934. Naquele ano, LUCKY STRIKE CIGARRETES tinha um grande problema.

Finalmente, as mulheres, a partir das classes A e B, e numa das primeiras manifestações da nova posição da mulher na sociedade, começavam a fumar. Em ambientes fechados, e as mais fortes, publicamente. Só que recusavam-se a comprar LUCKY STRIKE. Alguns grupos de pesquisa e a conclusão: o verde-floresta da embalagem não combinava com as cores da moda e com as roupas que tinham em seus guarda-roupas.

GEORGE WASHINGTON HILL, presidente da British American Tobacoo, fabricante do cigarro, decidiu recorrer aos serviços, sensibilidade e competência de um jovem e talentoso RP, EDWARD BERNAYS. O “briefing” que passou, foi apenas o seguinte: “faça o que você quiser para superar o problema, desde que não seja mudar a cor da embalagem”. De pronto, BERNAYS respondeu: “Se você não admite mudar a cor da embalagem, só me resta mudar a cor da moda”.

E assim fez. Organizou o mais fantástico baile da estação, trazendo personalidades da Europa e dos EUA, onde convites impressos em verde recomendavam que todos os convidados viessem vestidos com a cor da moda, o verde, naturalmente. Foi o famoso “Green Ball”.

Para os editores de moda organizou um simpósio sobre cores, patrocinado pelos fabricantes de fios e tecidos, onde um historiador e um psicólogo falavam sobre a importância e prevalecimento do verde. Como não existia na época, criou um “Color Fashion Bureau” para disseminar as novas tendências da moda, para todo o mercado e para a imprensa, enfatizando na partida, claro, a popularidade da cor verde. E, na sequência, atacou o território da decoração, as lojas de departamento, as galerias, os Museus com retrospectivas, e tudo o mais que você possa imaginar.

Ou seja, BERNAYS, simplesmente, pautou, com talento e competência, o VERDE. Fez, do VERDE, a cor da moda do outono de 1934.  E as mulheres, naturalmente, passaram a fumar o LUCKY STRIKE, em sua embalagem verde-floresta, maravilhosa.

Vale o registro, e vale a homenagem ao gênio. Mas, em hipótese alguma, tente repetir a performance.

Depois de tudo o que aconteceu no mundo, nos últimos 70 anos, a ousadia cometida por BERNAYS, em 34, hoje não levaria a nada. Apenas a um inevitável e retumbante fracasso. Ou não?

app para substituir propaganda por arte

Ok, ok, eu sei que não é o perfil padrão de um marketeiro como eu mas … adorei o artigo que saiu no Blue Bus

 

App usa realidade aumentada p substituir anúncios por arte na Times Square 

14:11 O grupo Public Ad Campaign criou um aplicativo que, através da realidade aumentada, substitui os anúncios da Times Square por obras de artistas de rua 

 A iniciativa segue a remoçao física de anúncios organizada pelo grupo anteriormente, que acabou na prisao de alguns de seus integrantes. Saiu no AdFreak. Siga Editores-do-Blue-Bus26/07 Debora Schach

agência fresh green só trabalha com mídias sustentáveis

A Fresh Green Ads é uma agência de mídia que tem como proposta oferecer opções sustentáveis aos clientes para gerar consciência ambiental. O impacto das marcas é baseado no uso apenas de elementos naturais nas campanhas.

A agência, localizada em Amsterdã, na Holanda, faz uso da comunicação ecologicamente correta, sempre em busca de soluções que causem o menor impacto possível ao meio ambiente.

Um anúncio que faz muito sucesso é o “Rain campaing” em português “Campanha de chuva”. Nela, o logo da instituição ambiental Sea Life só aparece na calçada quando ela é molhada, ou seja, ao chover pode-se ler no chão o slogan: “A vida marinha não te deixa”.

Há vários tipos de anúncios feitos de esculturas de areia, em plantações, em cascatas de água, rolo compressor que deixa a mensagem da marca na areia da praia, enfim, criatividade não falta para a Fresh Green.

Para esta agência é um equívoco usar papel, tinta, filmes, revistas, banners, outdoors para anunciar, pois tais recursos são ultrapassados. Ela trabalha em conjunto com agências do mundo inteiro e também diretamente com os clientes.


Blogs mantidos em portais são mais lidos que jornais impressos. Veja o segredo da audiência.

Por Izabela Vasconcelos

Você sabe a abrangência de um blog? Com 73 milhões de internautas no Brasil, em alguns casos, ela pode ser maior que a dos jornais impressos. É o caso dos blogs de Juca Kfouri (UOL), Patrícia Kogut, Fernando Moreira, Ricardo Noblat (O Globo) e Marcelo Tas (Terra). A maioria deles supera a circulação dos dez maiores jornais brasileiros, que variam entre 295 e 125 mil exemplares diários, de acordo com dados da Associação Nacional de Jornais (ANJ).

O blog de Patrícia Kogut, que aborda cultura e televisão, atinge mais de cinco milhões de leitores por mês (visitantes únicos), com 14 milhões de páginas visualizadas.

O blog de esportes de Juca Kfouri chega a ter três milhões de visitantes únicos por mês, com quase cinco milhões de visualizações de página.

Fernando Moreira, do Page Not Found, com assuntos inusitados, se destaca com uma média de quatro milhões de páginas visualizadas mensalmente, com 1,7 milhão de visitantes únicos.

Ricardo Noblat, que cobre política, aparece com uma média de 257 mil visitantes únicos/mês (mais de um milhão de page views), e Marcelo Tas, apresentador do CQC, com 200 mil/mês, com picos de 300 mil.

Blogs são aliados do impresso
Apesar da diferença no número de leitores, os blogs e os jornais/portais, não aparecem como rivais, mas se complementam, já que os donos de grandes veículos mantêm as páginas líderes de audiência hospedadas em seus sites, como é o caso do UOL/Folha, O Globo e Terra.

Mas o que leva a números tão expressivos? A gratuidade do conteúdo, discussão ou exclusividade? Para Juca, a facilidade do acesso é o principal ponto. Apesar de ser colunista da Folha de S.Paulo e da rádio CBN, o jornalista se define como blogueiro.

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“Começo cedo, de manhã, com um post que considero interessante e de preferência com uma foto boa. Vou olhando o Google Analytics. Caso não esteja funcionando como quero, vou publicando outros. Até acontecer da maneira que eu gostaria. A apuração corre paralela, claro, e alimenta este processo. Sou muito ligada em audiência e trabalho muito pelo blog. O leitor de internet não é fiel. Voce tem que buscá-lo todos os dias.  Uso tambem o Twitter e a coluna do papel como chamarizes.” (Patrícia Kogut).

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“Faz cinco anos que tenho o blog. Comecei com um post de um papagaio que entregou um caso de adultério e escrevi sobre outros assuntos para ver o calor do pessoal. Falo da notícia que não é encontrada na mídia comum, isso chama a atenção. É alimentado por essa sede do inusitado. A participação do leitor aumentou muito também, às vezes com comentários até mais divertidos que o post.” (Fernando Moreira)

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“No meu caso acredito que seja pelo pioneirismo, como o primeiro blog de notícias políticas, por oferecer não só o conteúdo que eu apuro, mas também o que acho interessante, pelos furos e pelo fato de eu me dedicar exclusivamente ao blog. Só trabalho pra isso”.

Noblat revela que muitas vezes já ‘furou’ até os próprios veículos da Globo, grupo que mantém seu blog, mas que isso também é importante para a audiência. “No ano passado, eu divulgava as pesquisas de opinião de eleitores, de intenção de votos, antes da Globo e de outros veículos”. (Ricardo Noblat).
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“Meu blog já existe há oito anos. Tem uma coisa de fidelidade. Eu estava no UOL e fui para o Terra e as pessoas me acompanharam. Se eu saio, as pessoas me cobram, perguntam. É bom que te obriga a escrever”.

Sobre seus leitores, Tas define como um público jovem. “O meu público é formado por estudantes que usam o material para discussão.” (Marcelo

Izabela Vasconcelos – jornalista
Fonte: site Comunique-se

confrontando o risco

Algumas tarefas são orientadas pelo processo.  desenvolva o processo de maneira correta e o resto vai no embalo.  é desafiador desenvolver o processo de forma correta mas, depois disso, basta aparecer diariamente no trabalho e você terá os resultados.
Outros trabalhos precisam de uma abordagem diferente.  você precisa ter a coragem de estar errado, assumir o risco de ser … estúpido.

O comediante que tem medo de que sua nova piada seja sem graça, o líder que precisa emprovisar constantemente, resolvendo problemas de forma diferente.  o mais difícil disso tudo é que pode não funcionar.

Mais e mais as pessoas agora tem trabalhos que requerem confronto diário com o risco de parecer estúpido constantemente, como você lida com isso?

tomás

fiat e palmeiras fazem propaganda subliminar

As comemorações pelos 35 anos da Fiat no Brasil entraram em campo no jogo entre Palmeiras e Santos. De acordo com a coluna Painel FC, os jogadores foram orientados pela patrocinadora a fingir que estão dirigindo carros nas comemorações dos gols.

A propaganda subliminar, segundo a coluna, aconteceu na partida válida pelo campeonato Brasileiro. A Fiat nega que os jogadores ganhem prêmio pela encenação, no entanto, espera que a atuação seja mantida até o término da campanha, em agosto.
Assista ao vídeo