se cair na minha cabeça eu xingo

Vai chover Twix

Uma chuva de chocolate em plena Avenida Paulista, coração de São Paulo. O que parece um sonho irá se tornar realidade no dia 30 de maio, em uma ação publicitária do chocolate Twix.

Criada pela agência Caju 68, o fenômeno “natural”, na verdade, começou há algumas semanas, na internet. Para instigar o público, a agência disseminou uma campanha viral nas redes sociais, sobretudo no Twitter, YouTube e no Facebook, com histórias que remetiam para a tal chuva de Twix.

Para aguçar a curiosidade do público, a agência criou o hotsite Chuva de Twix (clique aqui para acessar) no qual narrava a história fictícia de Nicolau Lourenço Ribztein Pinto, um pesquisador que encontrou evidências da estranha chuva de chocolate em diversos locais do mundo. Diariamente, ele postava novidades e descobertas no site, indicando, finalmente, a data do “fenômeno meteorológico” no Brasil.

Para marcar o episódio final dessa história, às 14h do dia 30 de maio, uma chuva do chocolate Twix cairá na Avenida Paulista, distribuindo o produto para quem estiver passando no local.

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nossa.. que mudança

Para quem ler a reportagem que saiu no AdNews sobre a nova era da TV que o últtimo episódio de LOST marcou, verá que, a grande mudança, o “fim” da pirataria que ele causará se dará simplesmente porque ele fará o que a pirataria faz, ou seja, disponibilizará o mais novo capítulo para todo mundo ao mesmo tempo… grande mudança.

Final de Lost marca nova era da TV

O último capítulo de “Lost” marcou uma grande mudança na maneira de se ver TV. Para coibir a pirataria, o desfecho da série foi ao ar ao vivo em vários países simultaneamente e já estava disponível na internet com legendas em diversas línguas pouco tempo após a exibição. Para que isso fosse possível, a Disney fechou acordo com emissoras europeias, do Canadá e Israel. O Brasil, junto com outros 59 países, transmitirão o episódio em no máximo 48h – geralmente, espera-se até seis meses depois da exibição nos EUA.

O episódio, que vai ao ar nesta terça-feira (25), mantém os quatro patrocinadores que estiveram presentes na sexta temporada: Ford, Santander, Naturetti e Oi. Além deles, outras empresas também terão cota de participação para o final de Lost: VW, iG, Boeringher (Pharmaton), Unilever, Fiat, Montana Grill e Mitsubishi confirmaram presença.

A estratégia inovadora é parte da “reação” da televisão frente ao crescimento constante da internet, que ameaça até as produções cinematográficas mais caras, como “Avatar”, que já estava disponível na rede após o primeiro dia de exibição do filme nos cinemas.

No Brasil, a pirataria também teve grandes aparições, como o que ocorreu com o filme “Tropa de Elite”, que antes mesmo de finalizado já era vendido nas ruas com diversos nomes diferentes. Por isso, estratégias como a de Lost podem servir de opção para pelo menos retardar a distribuição ilegal.

Outra iniciativa que desvenda os novos rumos da TV é o uso do 3D. Enquanto o episódio final de Lost era transmitido, a RedeTV! exibia, pela primeira vez no Brasil, um programa ao vivo em três dimensões. O “Pânico”, atração escolhida como pioneira, foi visto pelos poucos detentores de aparelhos de TV adeptos à tecnologia no Brasil, mas mostra um cenário que se desenha com mais nitidez.

“Não dá para ignorar o crescimento da internet e achar que não ofenderá nosso mercado. Daqui a pouco a maior TV do Brasil vai faturar menos do que o maior portal de internet do país”, sentencia Kalled Adib, superintendente de operações da emissora, que pretende continuar as operações em 3D com o “Superpop” e o futebol.

Modelo desgastado

Para a professora associada da Utah State University, Cacilda M. Rêgo, “o fim da televisão brasileira como conhecemos é uma questão de tempo, ou de muito pouco tempo”. Cacilda, que esteve presente no Celacom 2010 – XIV Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação, acredita que o futuro da TV será algo como um “portal de televisão com convergência de mídias”, com um novo telespectador, que navegará de várias formas e assistirá TV por diversas mídias.

Outra observação durante o evento saiu de Ana Carolina Rocha Temer, pesquisadora da Universidade Federal de Goiás e da Universidade Metodista de São Paulo. Ana Carolina lembrou que “o Brasil nunca esteve com tanto aparelho de televisão ligado. Tem TV ligada no supermercado, nas casas. O aparelho de TV é onipresente. Então é um paradoxo dizer que a televisão está em crise”.

A Publicidade

Além da pirataria descontrolada, outra preocupação à televisão está na publicidade. Em 2008, a web bateu a telinha na Inglaterra em anúncios, o que pode se tornar uma tendência no mercado.

No Brasil, a TV aberta ainda detém o maior filão de publicidade, com 60% do mercado. A internet, apesar de correr a passos largos, ainda corresponde a somente 5% dos investimentos.

De acordo com o Ibope, os brasileiros – assim como boa parte do mundo – continuam dando preferência à programação convencional. Por aqui, os telespectadores consumiam 4h37 de TV por dia em 2001, marca que subiu para 5h18 em 2009.

Mas como ainda não há medição concreta do quanto se assiste da programação em outras plataformas, o impacto real ainda não foi sentido. Hoje em dia, boa parte dos telespectadores não se concentra mais na televisão, tendo migrado para o computador e o celular.

Com informações de Daniel Castro (R7) e da Folha.com

Redação Adnews

por que será? alguém sabe? podem me explicar? blá….

não vou nem comentar, apenas replicar…

Nos quatro primeiros meses do ano, o governo federal gastou R$ 240,7 milhões com publicidade, 63,2% a mais do que no mesmo período de 2009.

Os gastos com publicidade institucional são proibidos nos três meses que antencedem o pleito, porém as regras para o primeiro semestre são mais frouxas, o que abre espaço para gastos maiores nesse período.

O valor computado até abril com recursos do Orçamento da União de 2010 corresponde a 34,4% do total disponível para todo o ano. Grande parte dos serviços foi contratada no final de 2009 e é paga este ano. O total disponível para gastos com publicidade em 2010 chega a R$ 700,4 milhões, 29,2% além da dotação de 2009.

Os dados, levantados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) pela ONG Contas Abertas, apontam que ano passado foram gastos R$ 724 milhões com a publicidade das estatais. Os valores de 2010, nesse caso, ainda não estão disponíveis para consulta.

O levantamento não computa gastos das estatais com mídia, que também crescem em anos eleitorais. Em 2006, por exemplo, essas empresas gastaram R$ 941 milhões, contra R$ 825,2 milhões no ano anterior. Os gastos totais com propaganda também cresceram: foram R$ 1,267 bilhão em 2006, contra R$ 1,153 bilhão em 2005 — valores corrigidos pela inflação até 2009.

Em 2009, o governo dispunha no Orçamento de R$ 542,029 milhões e, nos primeiros quatro meses de 2009, gastou R$ 147,5 milhões, o que representou 27,2% do total.

Texto da lei serve como justificativa

O texto diz que os gastos não podem superar a média dos três anos anteriores a eleição, o que abre espaço para uma interpretação que favorece o governo e vem sendo aceita pelos órgãos de controle. Os cálculos são feitos se baseando nos gastos totais do ano, isso permite uma despesa maior no primeiro semestre.

A restrição à publicidade institucional durante os três meses que antecedem o pleito também são usados como justificativa para a ampliação de gastos.

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) explica em nota: “As necessidades de comunicação do Poder Executivo Federal permanecem as mesmas, independente da especificidade do ano eleitoral.

As restrições previstas na lei impõem aos órgãos públicos um parâmetro de investimentos em publicidade em um período menor de tempo. Na prática, haverá um hiato de comunicação que pode variar de 90 a 120 dias caso haja segundo turno. Restam, portanto, oito meses para que os órgãos que trabalham com comunicação executem suas atividades”.

A Secom afirmou, na mesma nota, que “os órgãos e entidades do Poder Executivo Federal cumprirão rigorosamente o que determina a lei. O Executivo Federal gastará em 2010 cerca de 23,4% menos do que em 2009 com publicidade institucional e de utilidade pública”. No ano passado, considerando administração direta e estatais, foram gastos R$ 1, 178 bilhão. Este ano, segundo o governo, serão limitados em R$ 903,5 milhões.

Com informações do jornal O Globo.

Redação Adnews

agora que abriu, abriu meeeeeesmo

O twitter, antes contrário às inserções publicitárias (ok, eu também sou contra mas.. nossos filhos precisam comer, não é mesmo), resolveu escancar, vejam as declarações do VP de Operações, Dick Costolo para a Reuters, e a reportagem que a AdNews publicou recentemente.

Twitter quer centenas de anunciantes com nova plataforma

19/05/2010

Com cerca de 100 milhões de usuários, o Twitter espera, ainda no quarto trimestre, ter centenas de anunciantes em seu novo sistema de publicidade, que veio na intenção de transformar o microblog em um negócio lucrativo e autônomo em termos de receita.

Atualmente o microblog trabalha na inserção de cerca de 12 novos anunciantes ao Promoted Tweets, lançado inicialmente com as empresas Best Buy, Red Bull, Sony, Starbucks e Virgin America. Mas a intenção, segundo o vice-presidente de operações da empresa, Dick Costolo, é que esse número dê um salto até o quarto trimestre.

“Nosso plano é expandir o programa de forma realmente agressiva no terceiro trimestre e atingir o mercado mais amplo no quarto trimestre”, disse Costolo.

Para o executivo, a recém-lançada plataforma de publicidade é uma base essencial nos planos do Twitter, que pretende se tornar uma operação lucrativa e que corresponda às avaliações do mercado sobre a companhia.

“Fomos avaliados em mais de US$ 1 bilhão , em setembro, e por isso vamos viver em um mundo no qual precisaremos gerar centenas de milhões de dólares em receita”, disse Costolo, que completou: “estamos pensando sobre números muito, muito altos.”

O executivo diz acreditar que a empresa saia logo do vermelho, porém, não quis divulgar o cronograma do Twitter rumo aos lucros. Além do Promoted Tweets, a empresa espera lançar entre julho e agosto um sistema de contas comerciais, que ajudará na empreitada.

“Não estamos de forma alguma calculando que precisamos estar acima dos US$ 100 milhões em tal data e acima dos US$ 10 bilhões em tal outra data”, afirmou Costolo.

Audiência

Nascido em 2006, o microblog ganhou proporções gigantescas, com acúmulo de 10 bilhões de tweets em seus quatro anos de existência.

No Brasil, atualmente com 56% da audiência em mídias sociais, o serviço cresce a taxas expressivas, tendo registrado, apenas em abril deste ano, quase um milhão de acessos únicos no país, segundo o Ibope.

Concorrência

Em resposta ao crescimento do Twitter, o Google lançou em janeiro um serviço bem semelhante ao do pequeno rival, o Google Buzz. A plataforma se destaca pela associação com outros serviços da gigante de buscas.

Mas o serviço, que usa o Gmail como “hospedeiro”, gerou reclamações dos usuários do serviço de e-mail da empresa, já que não era possível desativar o Buzz. Posteriormente, o Google atendeu às críticas e permitiu que se desabilitasse o novo serviço.

Com informações da Reuters

Redação Adnews

500 reais pagam 500 reais

Vai contratar alguém, por favor, lembre-se disso.

Coitada da recepcionista.  A “patroa” que pagar o mínimo possível escolhe (desculpe o termo) a piorzinha -quero pagar pouco, essa está ótimo.

Mas, como assim, você não sabe mexer direito no office? Menina, para editar isso tem que clicar com o botão direito.  Como assim, é copy e depois paste.  Poxa, olha como fala com o cliente. mais modos… mas, você não quis a mais barata, tenha, pelo menos, paciência.

Estagiário então, coitado.  É o que mais sofre. Esse cargo foi criado para o cara aprender, dando uma mão, uma força, mas é exigido como se fosse profissional experimentado, de longa data, aliás, tem sempre que perder aula por causa do trabalho (conceitualmente isso deveria ser inaceitável).  E ainda reclamam que deu pau na impressão e vai dar prejuízo na gráfica.

Enfim, como diria um amigo meu.  Você quer.  Paaaaaga.

#Tomás

mãos suavemente secas com apenas duas folhas

Foi ao banheiro?  Olhe aquele negocinho que segura o papel para secar as mãos (você lavou as mãos, certo?).  Fatalmente terá um aviso semelhante.

Mas, o que me irrita é:

  1. Eu não quero que minhas mãos fiquem suavemente secas, eu as quero secas de fato. Por isso, apenas duas folhas não bastam certo?
  2. Geralmente, a primeira compra que a empresa (dona do banheiro) fez foi em uma grande fornecedora de material de higiene, que tem aqueles papéis de folhas triplas, que de fato se importam com a qualidade de seus produtos, têm cientistas trabalhando, etc, etc, você sente a maciez do papel.  Mas, agora, este papel …. parece uma lixa.  Até machuca a mão, nem com 10 folhas minha mão ficará seca, aliás, com 10 folhas talvez ela fique sangrando.

E os caras-de-pau ainda colocam, escrito a mão, embaixo do recado original.
A natureza agradece.

#Tomás

uma historinha motivacional

Quem me conhece sabe como eu não gosto dessas histórias motivacionais mas… resolvi relatar uma que acabo de ver.  Até por ser do time do São Paulo e por outras coisitas mais…

Mas no final não tem nada a ver com o time do São Paulo, com futebol, sequer com esporte, e sim com a atitude que o atleta teve.

Estava assistindo ao jogo do São Paulo agora pouco.  Jogo de campeonato importante, Taça Libertadores, é o campeonato mais importante de todos para o São Paulo, jogo decisivo.  Vai para os pênaltis.  O time adversário bate primeiro. Gol.

Vai o São Paulo.  Quem vai bater é o Rogério Ceni (pra quem não sabe, este é o goleiro do São Paulo -que por um acaso é o artilheiro, capitão, ícone do time, alicerce fundamental, jogador mais experiente, goleiro que mais fez gols no mundo, enfim, aquele tipo de jogador que o são paulino idolatra e todos os outros odeiam).

Correu, bateu… errou.  O goleiro pegou.  Como assim? errou.  Justo ele?! Logo no primeiro pênalti.  O cara que é a base do time, errou?  E agora, como fica a garotada?  Acabou.  Todos os outros vão errar, o São Paulo perdeu o jogo, esquece.  Estamos fora do campeonato.  Acabou o sonho dos jogadores e de tanta gente que torce pro time (só no estádio eram mais de 43mil pessoas).

E é aí que entra a historinha motivacional.

Nesse exato momento o Rogério tinha duas opções.

  1. Ferrou.  Já era.  Fiz besteira.  Perdi o pênalti,  Deixei toda essa gente na mão, acabei com o sonho deles.  Mas, eu já     ganhei um mundial pro São Paulo, praticamente fui o responsável pelo título, já fiz tantas outras coisas, sou o jogador que mais atuou pelo time, praticamente mando nisso aqui … eles vão me perdoar, não tem tanto problema assim
  2. Putz grila.  E agora? O que eu vou fazer?  Errei o penalti.  Como vou reparar isso (e a melhor forma de se reparar um mal causado é se fazendo um bem maior do que este mal).  Preciso compensar essa rapaziada.  Preciso mostrar pra eles como dar a volta por cima.

Resultado:

Ele pegou o pênalti seguinte que o time adversário bateu.  Pegou o outro também.  E o time adversário jogou o outro (que foi o 4o na soma total) pra fora.

Resumindo, o São Paulo ganhou a disputa por 3 a 1 (na soma geral não precisou bater o último).

Quer dizer, o Rogério podia ter desistido, pegado seu passado heróico, se apoiado nele para justificar o erro, mas fez justamente o contrário, se apoio no porquê tem um passado heróico (ou seja, em suas habilidades, sua competência) para conseguir reverter a situação.

Agora ele é o nome do jogo, a vitória “é dele”, mesmo tendo errado um pênalti que poderia ter sido decisivo, caso decisivo, não fosse ele próprio, o Rogério.

Ok, ok, o que você bebeu, vocês podem me perguntar, que papo é esse Tomás, logo você, cê tá parecendo Max Gehringer.

Vocês estão certos, assumo, até parece texto tirado do site dele mas é que eu achei essa lição fantástica.

Você pode se apoiar no seu passado brilhante para ser perdoado por algum erro presente ou se apoiar nele para reverter o erro presente.  Provar que é bom mesmo tendo cometido algum erro.

Ah, e antes que me perguntem, se eu cometi algum erro e to tentado me justificar.  Sim, cometi, diversos, inúmeros mas, nenhum específico, rs.

#Tomás