não quero parecer um idiota….

Recorro mais uma vez ao brilhantismo dos outros.  Por mais que isso seja sabido, infelizmente a idéia não veio de mim então, obrigado Godin. Mas eu sempre vejo isso acontecendo, como deve acontecer com muitos outros aqui, eu imagino.

O que você quer da sua vida?  Quais seus objetivos?  Eu quero ajudar os outros.  Ah, eu quero poder ficar rico.  Já eu, humm, eu quero fazer coisas notáveis.

Na verdade o que eles dizem é:  Eu não quero parecer idiota.  Não quero que os outros riam de mim.

E como diz o Seth Godin em seu post, isso é realmente muito fácil.  Basta não fazer nada.

_tco

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dá pra confiar?… o retorno

Tempos atrás escrevi esse post.  Ele fala sobre alguns dados que são, no mínimo, dúbios a respeito do mercado de forma geral.

Capa da Folha de Hoje.  Petrobrás anuncia pacote de investimentos recorde.  Mais de US$170bi até 2013.  Pelo amor de Deus, não estou acusando a Folha de São Paulo de nada.

Mas um leitor mais atento pode pensar.  Crise por todos os lados, todos os tipos de empresas mandando todo mundo que podem embora.  A outra anunciou mais de 10mil demissões ao redor do globo ontem.  Bancos pedindo pinico, montadoras, desmontando.  E a Petrobrás anunciando caminhões de dinheiro de investimento?

Como todo otimista eu sempre acredito que na crise é que precisamos investir, ou ser mais ousados, ou, como eu ouvi ontem de um famoso dono de agência de propaganda.  “o segredo do meu sucesso?  acidente na pista eu acelero”.  Daí a ver essa notícia, penso em duas possibilidades:
– Petrobrás querendo reverter os “equívocos” do ano passado e recuperar terreno perdido
– Nosso querido esquerdista querendo manter a idéia de: aqui sentiremos apenas uma marola?

Obrigado Melissinha

Obrigado Melissinha

relacionamento

Uma dica sobre relacionamento.  Se você tem uma rede de contatos, não a use apenas quando precisa de algo.  Além de inútil, é no mínimo, feio.

é assim que você usa o seu?

é assim que você usa o seu?

A pior coisa é você receber um email, um msn, ou qualquer tipo de contato de um cara que simplesmente não fala com você há tempos e te pede alguma coisa.

Por favor, não faça.

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por falar em globalização … alguém ainda fala nisso?

Ok, ok, o assunto é mais velho que meu vô, mas tem muito diretor de multinacional que não se ligou nisso ainda.  Para eles, que deveriam ler esse artigo aqui e aplicar as suas vidas de diretores.

Enfim.  Estava vendo o Mundo do Marketing, site que fala de Marketing e traz frequentemente uma newsletter sobre o assunto, abordar a Starbucks, mundialmente conhecida rede de cafés.  No Brasil, sucesso total, lojas cheias, preços extra-premium por um café de gosto … particular, há quem goste, há quem prefira outros tipos mas enfim, não quero entrar, aqui, neste mérito.

A grande questão aqui é a seguinte.  Enquanto no Brasil a Starbucks comemora seus 02 anos de vida e colhe os louros da vitória, nos U S and A, eles vão de mal a pior.  Motivo:  perderam suas raízes.  Inovaram pro lado errado.  Aquele aroma agradável do café, segundo seus consumidores foi substituído pelo cheiro de baicon e refeições quentes das lanchonetes de fast food.  “Tudo para atingir um novo público segundo o diretor de marketing”.

Cagada feita, cagada assumida, já estão correndo atrás do prejuízo e voltando as raízes.  Mas, todavia, porém, contudo, aqueles diretores de marketing, que cuspiam globalização alguns anos atrás, e hoje não falam mais o termo por estar demodé, mas o interiorizaram de tal forma que tá difícil tirar, acham que por que uma empresa está em uma  situação em um determinado local ela, automaticamente, está na mesma situação em outro.

Dane-se o mercado daquele país, não importa a empresa (seus colaboradores, fornecedores, parceiros), o que importa é a situação da matriz e, por isso aplicam a mesma estratégia da matriz para todas as suas filiais.  Ledo engano.  Enquanto isso continuar, outras empresas, mais ágeis, continuarão … tomando cafézinho.

_tco

os curiosos resultados do google

Não quero questionar a importância do Google, pelo contrário, eu adoro o Google.  O marketing hoje, começa com um Google.

Eu já começo a dizendo isso pois vou comentar algumas observações que fiz no meu blog e  isso, certamente, irá gerar polêmica.

Olhando no painel de controle do meu blog, vejo que o google traz constantemente diversos internautas para as minhas páginas.  Eu tenho em média pouco mais de 100 visitantes diários, 10-15% deles trazidos pelas ferramentas de busca.  Olha que interessante. O cara digita lá: martelo e vai para o meu post de afie os machados.  Ou então viagem e vai para a nômade do skype.  Se preferir, temos o cara que digita álcool e vai para o santo paulo bar. Por favor, me interrompa quando a bizarrize atinjir o seu limite.

Não estou falando mal do google, repito.  Até porque por mais modernos que sejam seus robôs, não tem como o cara identificar tudo e, para evitar isso, antes do indivíduo clicar no meu blog ele tem uma prévia deste para poder pensar se isso tem ou não alguma relevância com o que ele quer.

Isso só me faz pensar em duas coisas:  1. Ou neguinho não faz a menor idéia do que está procurando e o Google responde qualquer coisa e o cara aceita.  2. Ou o cara sabe o que está procurando mas, no meio de sua busca perde completamente seu rumo inicial e começa a divagar pelas páginas da internet, o que leva a outra conclusão.  Até onde os mecanismos de buscas são realmente eficientes (sim, eles são) mas, como devemos controlar os nossos funcionários enquanto eles usam tais ferramentas. Porra, de novo aquele papo de controlar internet? PeloamordeDeus, vai começar com isso?

A pergunta é: como usar isso em vantagem da nossa (sua) empresa?

_tco

elevando.

Existe um livro chamado o Oceano Azul.  Nele os autores tratam um assunto muito interessante.  Basicamente mostram como o mercado atual está amplamente saturado e sem saída para a grande maioria das empresas e, a não ser que estas busquem saída em lugares, estratégias, produtos, públicos, não comuns, só terão um lugar, o caixão.

Além de muito interessante, não podia ser mais verdadeiro pois o Oceano Vermelho, aquele cheio do sangue das presas dos grandes tubarões do mercado (meio melodramático eu sei, mas ilustra bem para os empresários cabeças-dura em geral -ou cabeça de martelo?) não permite mais entrantes, nem gera mais lucro para os seus participantes, que brigam por migalhas.

Nessa linha o autor mostra empresas como Google, JetBlue, Amazon.com, Ducati, entre muitas outras.  Uma que eu li em outro artigo e quero reescrever aqui, é Otis -aquela de elevadores.

Obviamente não vemos anúncios de elevadores por aí.  Certamente você jamais viu alguma empresa anunciando em um intervalo de novela, ou nas páginas da Veja.  Sua venda, é claro, é feita através de relacionamento, jantares, viagens, barzinhos, casas noturnas, campos de golfe, etc, etc, etc…

A base do produto é uma só.  Ele é instalado durante a construção do prédito, depois de pronto, o usuário aperta um botão, espera chegar, entra, aperta outro, espera que o elevador chegue ao andar desejado, tem várias “escalas” nesse processo, até que finalmente chega no andar desejado.

Enquanto para você isso é um pé no saco, para o usuário que está lá embaixo é ainda mais -pois sequer dentro do elevador ele está- e para a administração do prédio é ainda mais, pois isso custa dinheiro.  Os usuários ficam frustrados, reclamam e muitas vezes deixam de visitar o prédio.  Novos inquilinos deixam de optar por este prédio pela demora dos elevadores.  A solução?  Oras, encham o saguão de elevadores, não haverá demora.  Simples?  Sim.  Barato?  Nehum pouco.

A Otis desenvolveu uma solução muito bacna.  Quando você for chamar seu elevador, em um painel central, aperta também o número do andar para o qual deseja ir.  Esse painel te indica qual elevador irá fazer o seu transporte.

Com essa solução simples, todos os elevadores passaram a ser expressos.  Um deles leva ao 21º andar e retorna ao térreo, o que significa que os prédios podem ser mais altos e com menos elevadores.  Uma grande sacada obtida a um custo incrivelmente baixo.

Obviamente que não demora muito e todas as outras empresas irão copiar a solução da Otis, porém, isso dará uma grande vantagem competitiva por algum tempo para a Otis que, sem dúvida, saberá tirar proveito disso.

otis e a concorrência

otis e a concorrência

_tco

email pessoal x email marketing

Cada vez mais cresce o número de emails marketing enviados.  E cada vez mais cresce a confusão entre emails mkts e emails pessoais.  Emails pessoais, aqueles que enviamos, as vezes para um grupo grande de contatos, pedindo alguma coisa, ou informando algo, é completamente diferente de um email marketing, que enviamos para milhares de pessoas muitas das quais sequer conhecemos pessoalmente ou tivemos qualquer tipo de intereação direta.

Para os emails pessoais existem algumas regras, ou dicas de etiquetas (pelo menos de bom tom) que, seguindo a minha tendência do ano novo de “auto-ajuda” vou colocá-las aqui.  Bom, pelo menos a minha visão sobre elas.

1. Jamais, em hipótese alguma envie o mesmo emial para muitas pessoas.
2. Se você tem vários contatos, ficará tentado a copiar e colar a mensagem.  Não faça.  Você será pego.  E isso é a pior asneira que poderá fazer.  Se é importante o suficiente para alguém ler, é importante o suficiente para você escrever uma mensagem personalizada.
3. Cuidado com as saudações.  Não escreva querido, sr, ou qualquer outra coisa se você não o escreve com frequência em seus emails.
4. Esqueça htmls ou imagens.  Isso não é um email mkt.
5. Isso não é um press-release.  Não escreva como em um.
6. Seja curto.  Você não está dando um sermão.
7. Não envie emails somente quando você realmente precisa.  Além de feio, soa egoísta.
8. Não minta no assunto.  Seja sincero.
9. Pelo amor de Deus, não diga que classifique a mensagem como urgente.  Se é urgente para você, não significa que o seja para mim.
10. Se antecipe.  Um contato pessoal pedindo permissão irá aumentar as suas chances de sucesso, e muito.
11. Só porque você tem o email de alguém, não significa que você pode usá-lo.

É isso.

_tco