NAKED BRASIL

NAKED BRASIL

retirei isso da descrição da Naked Brasil. faz muito sentido e me deixa com raiva de não ter sido eu o autor, rs.

Missão
Nós acreditamos que:

#1. Tudo comunica.
Você pode ter o melhor anúncio de TV no mundo. Porém, se o atendente do seu call center for rude com seus clientes, isso não te ajuda em nada.

#2. Seus clientes são seus parceiros.
A linguagem do marketing às vezes soa como a indústria travando uma guerra contra as pessoas. Não gostamos de palavras como “consumidores”, targeting, etc., quase sempre derivadas de linguagem usada em conflitos. As pessoas sempre serão um dos canais de comunicação mais poderosos para uma marca. Enxergá-las como seu parceiro e colocá-las no centro da comunicação nos ajuda a sermos verdadeiros em tudo que fazemos.

#3. Veja a imagem inteira.
Nosso trabalho é orientado por insights. Antes de desenvolver qualquer projeto, vamos ao centro de todas as questões e oportunidades.

#4. Sempre existe uma maneira melhor.
Sempre achamos que existe uma maneira melhor e não descansamos até encontrá-la

primeiro, conecte-se

nessa economia conectada, existe uma divisão entre dois tipos de projetos.  aqueles que tem sucesso em criar conexões e os que não tem.

a internet é uma máquina de conexões.  todos esses projetos (facebook, mercadolivre, ebay, messenger e chats, email, fóruns, etc) criam conexões entre pessoas que antes, não existiam ou eram, pelo menos, muito mais difíceis.

quando você nos diz sobre sua empresa, seja ela qual for, primeiro diga como ela nos ajudará a conectar-mos uns com os outros, o resto caminhará por si só

infográfico londres 2012. repercurssão nas mídias digitais

infográfico londres 2012.  repercurssão nas mídias digitais

Resumo do que foram os Jogos Olímpicos para os brasileiros.
Lançado pela AG2 Publicis Modem em parceria com a Seekr, só tem um detalhe que não convence este colaboradorque vos escreve: como é que o hóquei sobre a grama feminino não está entre os esportes mais citados? Sério, quem é Neymar perto desta gloriosa atividade?

estatísticas da mídia brasileira (2012)

Últimas estatísticas para as a mídias brasileiras

Diversas pesquisas recentes revelam o que está acontecendo com diferentes formas de mídia no Brasil. Resumimos, abaixo, as estatísticas mais importantes para profissionais de mídia, marketing e publicidade.

Investimentos publicitários
• Segundo o Projeto Inter-Meios, os investimentos em publicidade no Brasilcresceram 13% no primeiro trimestre de 2012, somando mais de 4 bilhões de reais (US$ 1,9 bilhões)*
• A TV aberta teve uma participação de 65% em todos esses investimentos, enquanto os jornais ficaram em segundo lugar, com 11%, seguidos pelas revistas (5,5%) e pela Internet (5,29%)*
• Obs.: O IAB Brasil relatou recentemente que a Internet absorveu 11,9% de todos osinvestimentos publicitários, mas o instituto computa tanto anúncios por busca como do tipo display, enquanto o Projeto Inter-Meios leva em consideração apenas os anúncios tipo display veiculados na Internet **
Fontes: *Projetos Inter-Meios, **IAB Brasil

Internet
• 91% dos brasileiros que acessam a internet estão registrados em algum tipo de serviço de marketing por e-mail*
• 68% dos internautas brasileiros fizeram uma compra em decorrência de uma mensagem de marketing recebida por e-mail*
• 53% dos brasileiros estão mais propensos a comprar de uma empresa após optarem por receber mensagens de e-mail dessa empresa*
• 91% dos executivos brasileiros preferem ler blogs a versões on-line de jornais ou revistas**
Fontes: *ExactTarget, **Pesquisa CDN de Credibilidade da Mídia

Revistas
• De um modo geral, a circulação de revistas cresceu pouco em 2011 — 0,3% em relação a 2010
• A circulação de revistas mensais no país apresentou um crescimento um pouco maior, de 1,4%, enquanto a de revistas semanais diminuiu 1,5%

Fonte: Instituto Verificador de Circulação (IVC)

Dispositivos móveis
• Em maio de 2012, o Brasil tinha 255 milhões de linhas ativas de telefonia móvel e 129 linhas móveis por 100 habitantes*
• Mais de 56 milhões de linhas móveis do Brasil são de assinaturas de 3G*
• Em maio de 2012, o Brasil tinha 75 milhões de conexões de banda larga ativas, o que representa um aumento de 74% em relação a maio de 2011**
• A banda larga móvel representa 56 milhões de conexões de banda larga no Brasil, 45 milhões das quais são de serviços de 3G**
• Os brasileiros compraram 370.000 de tablets no primeiro trimestre de 2012 e, segundo projeções de empresa de pesquisas IDC, 2,5 milhões desses dispositivos serão vendidos no Brasil em 2011***

Fontes: *Anatel, **Associação Brasileira de Telecomunicações, ***IDC

Mídias sociais 
• Mais de 51,1 milhões de brasileiros estão usando o Facebook atualmente, o que constitui um aumento de 45% nos últimos 6 meses*
• Mais de 16 milhões de brasileiros aderiram ao Facebook desde janeiro de 2012*
• O número de usuários do Facebook no Brasil aumentou mais nos últimos seis meses do que em qualquer outro país do mundo, superando, inclusive, as estatísticas registradas na Índia (8 milhões de novos usuários) e no México (4,6 milhões)*
• 77% dos brasileiros que têm uma conta no Facebook interagem com uma marca on-line**
• 42% dos consumidores brasileiros na faixa etária dos 25 aos 44 anos fazem uma compra após receberem uma mensagem de marketing em uma rede social**
• 41% dos brasileiros que estão no Facebook usam o site para fins comerciais**
• 26% dos brasileiros que estão no Twitter interagem com uma marca em uma rede social**
• 58% dos brasileiros que estão no Twitter leem postagens de suas empresas favoritas**

Fontes: *Socialbaker, **ExactTarget

TV
• No final de maio de 2012, o Brasil tinha 14,3 milhões de domicílios com TV por assinatura — o que constitui um público total de 47,1 milhões, considerando que cada domicílio brasileiro é composto, em média, por três pessoas*
• De um modo geral, as assinaturas de TV paga no Brasil cresceram 31,4% entre maio de 2011 e o mesmo mês em 2012*
• No Brasil, a TV aberta teve uma participação de 40% nos investimentos publicitários em todos os meses de janeiro a abril, percentual que aumentou para 41% em maio e 42% em junho**

Fontes: *Anatel, **IBOPE

Retirei esse post do (brilhante) pessoal do Brasil Link, um site que sempre vale a pena consultar.  http://brasillink.usmediaconsulting.com

camisetas fluminense

camisetas fluminense

A Adidas lançou uma camiseta promocional, comemorativa aos 40.178 dias de história do Fluminense. A promoção foi um sucesso e como, nós, torcedores de futebol não somos exatamente racionais, os do Flu saíram comprando adoidados.

Acontece que o Globo Esporte noticiou a ação e descobriu que existem 03 camisetas de número 00.001, ou seja, não são mais exclusivas.

Muito inteligentemente a Adidas assumiu o erro, explicou que, por algum motivo, protótipos foram colocados a venda e irá recomprar as camisetas por R$2.500. O valor muito acima do de mercado cumpre o papel do pedido de desculpas.

Parabéns a Adidas, afinal, todo mundo erra mas, assumir o erro é para poucos.

Jogo Moleque

A Coca-Cola tinha um problema. Não vendia quase nada nas comunidades carentes. É sabido que o mercado era (ou ainda é) dominado pelas chamadas marcas talibãs (aquelas com táticas de guerrilha ou, simplesmente, cópias de má qualidade com preços muito abaixo da média).

Como a Coca-Cola quis mudar isso começou, algum tempo atrás (talvez uns dois anos) a olhar para esse mercado. Eu mesmo participei do planejamento e organização de algumas dessas ações. Eram campeonatos de futebol, distribuição de gifts, enfim, todo aquele oba-oba que estamos acostumados (mas talvez não o pessoal das comunidades).

Depois começaram com algumas ações puramente sociais, divulgando o nome e, agora, coroam com um comercial bem bacana, futebol moleque. Segue o vídeo, vale a pena conferir

Encalhou?

Provavelmente não é porque você não consegue achar a resposta certa.
É quase certo que você está fazendo a pergunta errada.
Quanto mais corretamente você definir seu problema, mais facilmente você irá resolvê-lo.
As pessoas mais bem sucedidas são aquelas que ignoram aquela resposta certa, única e exclusiva e tem a coragem de olhar para todas as possibilidades e definir melhor seus problemas.

04 soluções interessantes adotadas pela Leroy Merlin para diminuir as filas

1. mais gente mais caixas
para encurtar a espera, a LM criou uma fila única para todos os caixas e começou a testar um caixa móvel, que é montado apenas nos horári

os de pico e recebe compras de até dez volumes. o atendimento ficou 20% mais rápido nas lojas que tem esse sistema

2. não vale empurrar o que o cliente não quer
os funcionários da LM não recebem comissão individual (o governo podia fazer isso com a polícia militar em relação as multas), o que evita que empurrem ítens indesejados. a idéia é que o cliente chegue à loja, compre o que precisa e saia rapidamente. a agilidade, acredita a empresa, estimula o retorno

3. a fila não é para todos
ao comprar produtos que são entregues em casa pela LM, como pisos e louças, o cliente não precisa mais fazer fila no caixa. ele paga e agenda a data da entrega com o próprio funcionário da seção -que trabalha com uma máquina de cartão de crédito

4. compra sem sair do carro
para atender profissionais como pintores e pedreiros, que passam na loja antes do trabalho, a LM criou um drive thru, como nas lanchonetes. Ele abre mais cedo que a loja e permite ao cliente estacionar ao lado do caixa para carregar itens como madeiras e tubos.

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o que é marketing?

O QUE É MARKETING?

Essa é uma pergunta que eu sempre ouço em palestras, de clientes, e de todo mundo que tem coragem de admitir que não sabe, exatamente, o que é marketing. Eu poderia recorrer aos teóricos (que confesso, não gosto muito pois dificilmente saem de seu escritório para ver, de fato, o mercado), mas eles diriam algo do tipo. “Marketing é uma função organizacional e uma coleção de pro

cessos para criar, comunicar e entregar valor para os consumidores, e para gerenciar as relações com os clientes de forma a gerar benefícios para a companhia e seus stakeholders” (AMA- American Marketing Association).

Prefiro, no entanto, reccorer a um cara chamado Sérgio Zyman, esse sim um excelente profissional de marketing que diz o seguinte: Marketing trata de vender mais, para mais pessoas e com maior frequência.

A primeira vez que disse isso, a resposta de uma cliente, gerente de marketing de uma grande empresa não foi nada boa. Me acusou de querer enganar o consumidor, de me preocupar mais com as vendas do que com o que mais importava. Passado o meu susto inicial, perguntei a ela: “-o que mais importa em uma empresa do que as vendas? por que existe uma empresa, senão para vender algo a alguém?” e, de bate pronto ela disse: a confiança.

Então eu repeti a frase para que ela, finalmente, entendesse. Marketing trata de vender mais (hoje eu vendo 10, quero vender 100), para mais pessoas (se meu público atual é de 10 pessoas, quero que passe para 100) e com maior frequência (se eu fosse enganar alguém, como o faria comprar de novo, e de novo, e de novo…?).

E a reação dessa profissional não é um caso isolado. Muita gente (empresas e agências inclusive) pensam como ela. Ainda acham que vendas é responsabilidade do departamento comercial. Eu digo que não. Digo que vendas (e marketing) está presente em absolutamente todos os departamentos. Dos seguranças (afinal, ninguém faria compras se pudesse ser assaltado no local), à equipe de limpeza, do presidente, dos advogados, enfim tudo é vendas. 

E a sua agência precisa saber disso. Como eu disse certa vez para um criativo. Quer vender arte? Vá para uma galeria. Aqui precisamos vender nossos clientes.

mediocridade como objetivo

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Olhe para os produtos a sua volta.

Pense em como melhorá-los.

Não falo de funções super avançadas, pense no básico. Pense em como você usa, o que te incomoda, o que poderia ser facilitado.

O exercício é interessante.

Por exemplo, quem aqui tem aparelho eletrônico no quarto? Uma TV, um media center, um box da TV a cabo, etc. Não fica irritado com aqueles LEDs fortíssimos que deixam o quarto parecendo uma discoteca enquanto você tenta dormir?

Pois bem, é tão óbvio, simples e barato implementar uma solução para isso que dá até raiva. Não precisaria nem ter um sensor de luz para adequar automaticamente a intensidade do LED, bastaria uma configuração no menu do aparelho para desligar ou mudar para 10% da luminosidade padrão.

E o controle remoto, será que seria complicado criar um sistema para nunca mais ficar perdido? Bastaria apertar um botão na TV — que nunca sai do lugar — e o controle começaria a apitar, assim como fazem os telefones sem fio há anos.

A pergunta correta é, por que diabos nunca ninguém fez isso? Será que ninguém nunca pensou nisso? Duvido! Engenheiros e cientistas também usam aparelhos de TVs em casa.

Sir Jonathan Ive, Senior Vice President Industrial Design da Apple, disse em entrevista que seus concorrentes tem objetivos errados. Segundo ele, enquanto a Apple procura fazer produtos melhores, os outros tem foco em coisas diferentes, como um cronograma, um preço ou até um plano de marketing.

Mesmo se o objetivo fosse apenas lançar algo novo ou diferente, ainda assim o foco estaria errado. No final das contas, ser novo ou diferente sem ser melhor continua sendo uma jogada de marketing.

Eu sou mais direto e digo que o objetivo da maioria das empresas é a mediocridade.

Veja bem, ser medíocre é ser mediano. Se Sir Ive está correto — e eu acho que está —, para estas empresas, o produto é secundário. Se é secundário, não precisa ser o melhor, precisa ser entregue. O foco então é entregar com o mínimo possível.

Algumas indústrias fazem isso com “excelência”, lançando versões novas de produtos cuja mudança parece piada do programa Saturday Night Live. Algo tão comum como um modelo novo de carro com a mudança do desenho de sua lanterna como diferencial.

Existe um padrão que é colocado como patamar aceitável. Como um leilão da mediocridade, ganha quem der o menor lance, o menor incremento, a menor melhoria.

Por isso, quando a Apple lança um produto revolucionário, o mercado apenas muda sua régua, passando a lançar cópias desse produto.

O objetivo não é fazer melhor, e sim ter alguma desculpa para o pessoal de marketing tentar vender o produto. Usando o exemplo dos celulares, o invés de fazer algo melhor que o iPhone, os concorrentes lançam uma cópia barata com uma tela maior ou uma câmera com mais megapixels.

Nada diferente das melhorias incrementais e ordinárias que já eram feitas antes do patamar aceitável mudar de nível.

E por que isso acontece? Acredito na mesma explicação: também é uma questão de foco.

Antigamente as empresas iam até o mercado financeiro pegar dinheiro para financiar seus produtos e serviços. Com o sucesso, o lucro viria como consequência.

Em algum momento, algo deu errado e as empresas tiveram uma inversão de valores.

Agradar a necessidade de curto prazo do mercado financeiro passou a ser o objetivo e, como consequência, chegamos o cenário título deste post.

Pense nisso quando for dormir, enquanto o maldito LED fica olhando pra você.