merchan no jornal nacional

Daqui para colocarem, como dizem que temos na mídia impressa, valor para venda de reportagens … é um pulo.

do AdNews

A busca por ações diferenciadas de publicidade instiga cada vez mais. A novidade agora é no Jornal Nacional, noticiário com maior audiência da televisão. Pela primeira vez, uma marca vai patrocinar um quadro no “JN” e o feito será encabeçado pelo Bradesco, um dos maiores anunciantes do país.

O banco já patrocina o intervalo comercial do jornal. A ação de merchandising foi criada pela agência Neogama/BBH e tem estreia prevista para o dia 20. Será feita inserção de logomarca no avião que funcionará como o veículo oficial da cobertura jornalística da emissora. A emissora não deu mais detalhes sobre a ação.

O quadro será comandado pelo jornalista Ernesto Paglia, que vai percorrer cidades brasileiras com o avião estampando a logomarca do banco. Haverá ainda a veiculação de uma arte com a aeronave que aparecerá no estúdio onde o telejornal é transmitido ao vivo.

Inovação também no impresso

Outro exemplo da busca por inovação na relação editorial x comercial são os modelos lançados recentemente pelo jornal Folha de S.Paulo.

Na edição de 9 de agosto, o jornal anunciou modelos que chegaram com a proposta de expor ao máximo o anúncio do cliente. Uma das opções, intitulada “capa promocional”, usa quatro páginas: capa, dupla central ligada e quarta capa. O anúncio vem “embrulhando” o jornal, sendo que a primeira página leva a testeira (cabeçalho) da Folha.

Já a outra, que apresentava um anúncio do Bradesco, mostrava a “folha window” – que custa R$ 325 mil (valor de tabela). O formato substitui a parte mais tradicional da publicação. Como diz o site do jornal: “a Folha muda o editorial para dar mais destaque ao seu anúncio”. A peça vem na página dupla de abertura, em que estão inseridos, além do editorial, os artigos sobre assuntos mais relevantes.

Redação Adnews

“pra descontrair”

Infelizmente eu não posso colocar a expressão que meu pai sempre diz quando você …. digamos, usa recursos alheios em benefício próprio, meu blog seria considerado obceno, rs.  Mas digamos que envolve ejaculação com recursos alheios, rs.

Nada mais perfeito para ilustrar isso do que, mais uma vez, o mestre Scott Adams.  Soa familiar?

a taxa do medo. (seth godin)

e ainda me perguntam por que eu chamo o cara de mestre.

The fear tax

Here’s what happens as a result of security theater at the Orlando airport:
– You wait in line at least twenty minutes
– There’s a scrum of pushing and shoving
– The staff are unhappy and not afraid to share it
– An unreasonable workload leads to fatigue and errors
– People miss their flights

Here’s what doesn’t happen:
– Security is not increased
– Peace of mind is not enhanced

In other words, we’re paying a significant tax (time and money) and getting nothing in return. In fact, we get worse than nothing. We could call it an anxiety program, instead of a tax. (After all, when you pay a luxury tax, you get some hard-won luxury as part of the deal).

The reason the TSA keeps changing the rules is not because the rules work, but because changing the rules creates more anxiety (for bad guys, they say, but for us too).

Another example: the MBA. A lot of entrepreneurs get an MBA because they are afraid to go out into world without one. They are seeking the reassurance a credential will bring them, even though the cost is huge and there’s no data to indicate that they’ll be more successful as an entrepreneur as a result.

We pay the fear tax every time we spend time or money seeking reassurance. We pay it twice when the act of seeking that reassurance actually makes us more anxious, not less.

We pay the tax when we cover our butt instead of doing the right thing, and we pay the tax when we take away someone’s dignity because we’re afraid.

We should quantify the tax. The government should publish how much of our money they’re spending to create fear and then spending to (apparently) address fear. Corporations should add to their annual reports how much they spent just-in-case. Once we know how much it costs, we can figure out if it’s worth it.

Instead of seeking out gatekeepers and critics and others that demand we get the broom of the wicked witch, perhaps we should just publish our work. The tax is too high.

Instead of forgetting about the wasted anxiety after the fact, perhaps we ought to keep a log of how often we needlessly pay the fear tax. Instead of over-staffing, over-planning, over-meeting and over-analyzing, perhaps organizations should take lower-cost steps and actually ship.

Think about how much you could get done if you didn’t have to pay a tax to amplify or mollify your fear…

estamos em reforma …

Se você precisasse reformar sua loja (que fica na 5a avenida em NY), o que você faria?

Tapume branco e plaquinha .. voltamos logo?  Veja o que a DIOR fez.

tentando intimidar seus funcionários?

Como sempre, esse cara é irresistível.  Não se parece com muita…. gente que conhecemos?

#Tomás