i want to put you in a category. Seth Godin

 

When I meet you or your company or your product or your restaurant or your website, I desperately need to put it into an existing category, because the mental cost of inventing a new category for every new thing I see is too high.

I am not alone in this need. In fact, that’s the way humans survive the onslaught of newness we experience daily.

Of course, you can refuse to be categorized. You can insist that it’s unfair that people judge you like this, that the categories available to you are too constricting and that your organization and your offering are too unique to be categorized.

If you make this choice, the odds are you will be categorized anyway. But since you didn’t participate, you will bemiscategorized, which is far worse than being categorized.

So choose.

What is this thing? What are you like? Are you friend or foe, flake or leader, good deal or ripoff, easy or hard, important or not? Are you destined for the trusted category or the other one?

Make it easy to categorize you and you’re likely to end up in the category you are hoping for.

 

sim.. boa propaganda ainda existe

Para os apóstolos do apocalipse da propaganda mundial (em especial a brasileira), mais uma sequência de anúncios fabulosos.  Ah, MMM… pelo jeitão do anúncio e todos os avançadíssimos recursos audiovisuais, podemos perceber que eles investiram rios de dinheiro, não?

Agora, se o rugby será grande no Brasil, confesso que tenho minhas dúvidas mas…. a iniciativa é muito boa.

 

tomás

relendo kotler

Li hoje na FastCompany um artigo que me chamou muito a atenção.  Como todos os artigos de lá, muito bem escrito e coberto de razão porém… um pouco antigo.  Me senti há 5 anos atrás, isso sim.

O artigo diz uma coisa muito falada, conversada, discutida, etc.  As marcas hoje não tem mais o poder que tinham sobre o consumidor, produtos ruins não podem mais ser disfarçados por toneladas de cara propaganda.

Me senti, especialmente estranho, quando pareceu que eu abri um livro do Kotler e li sobre as formas de diferenciação, inovação.  Criar experiências incríveis para os consumdiores?  Inovação nos produtos do consumidor -pesquisa?

Para quem quiser ler o artigo, talvez meu inglês já não seja o mesmo, não sei, é só clicar aqui.

_tco

As “novas” crianças

Estudo mostra que, se uma criança “nova” (ou seja, as que atualmente são crianças) são tão multi-tarefas que, se elas executassem apenas uma tarefa por vez, ao invés de 24 horas, o seu dia deveria ter 27, afim de que elas conseguissem executar tudo o que executam.

Uma mãe que chega no quarto da filha fica abismada com a quantidade de coisas que a menina faz.  MSN, blog, TV, Rádio, Twitter e celular.  Sua mãe chega e diz.:  Nossa filha, eu precisava falar com você, mas to vendo que tá toda ocupada.

-Não mãe, que isso, pode falar.  Eu não to fazendo nada.

Aquela expressão de que o cara cobra escanteio e sobe pra cabeçear fazendo o gol, nunca foi tão verdadeira.

a corrida dos desesperados

velinha desesperada

É um processo cíclico. Talvez como tudo na história da humanidade, não sei. Existe hoje uma corrida no Brasil (e no mundo também, mas não tanto), de profissionais de comunicação migrando para web por acreditarem ser o futuro.

Existem empresas incentivando pessoas a migrarem para a web por falta de profissionais qualificados na área, (obrigado Cava). Vão para a web, lá vocês irão ser contratados porque as agências não têm quem contratar.

Eu me lembro que isso aconteceu com a área de Medicina. Não tinham tantos médicos quantos necessários. Um boom de neguinho virando “dotô”. Resultado: Quantos erros de medicina por causa de profissionais mal formados e incompetentes.

Depois, os “dotôs” eram outroas. Os advogados. (Sim, eu sei, nenhum dos dois são, de fato, doutores, mas eles gostam de ser chamados assim, tudo bem). Resultado: Rocha Mato’s Inc. Tem mais advogado corrupto do que político.

Depois o boom foi pra área de marketing, no curso de comunicação. Um monte de agências de suvaco foram criadas da noite pro dia (aquela que o cara coloca o notebook debaixo do braço e vai pros clientes).

Resultado: Banalização da profissão. Hoje confundem marketing com propaganda, tem agências muito mal qualificadas que só fazem… cagadas.

Agora a corrida é pra web. Não precisa ser Nostradamus pra saber o que vai acontecer, precisa?