atitude?

Retirei esse post do Seth Godin que, como muita gente sabe, é um dos maiores pensadores de marketing que existem hoje (pelo menos na minha opinião).

The initiator

“I’m just here to learn.”

Learning is fine. Listening is good.

Consensus is natural.

But initiating is rare and valuable and essential.

How often do you or your brand initiate rather than react? How often do you tweet instead of retweet? Invent rather than exploit?

é rezar para não usar

Recentemente tive meu carro roubado.  Junto com o carro, levaram o note.  Voltando pra casa depois do trabalho, sou abordado por dois marginais armados que ainda ameaçam, se fizer o BO te mato.  Poxa, já fui assaltado, mas essa ameaça é novidade, nunca tinha ouvido.

No taxi de volta começo a pensar.  Porra, eles tem meus cartões de visita e o documento do carro (sabem meu celular e meu endereço), fico preocupado.

Mesmo assim, no dia seguinte de manhã vou a delegacia e faço o BO, tudo bem até então… até então.

O carro e o note tinham seguro, alívio.  Aí começou a tortura.

Tanto a do note, como a do carro, querem BOs originais.  Poxa, tá tudo no mesmo, o que eu faço? Cópia autenticada?  Não se autentica documentos da polícia … é o que a polícia fala mas a seguradora não quer saber, que original ou autenticado.

O carro foi achado 02 dias depois.

Aquela batida estava lá antes do incidente?  Claro que não, vou andar com a porta amassada desse jeito, se tenho seguro?  E a roda, estava com aquele pedaço faltando?  Ah sim, claro… inclusive eu ando com a roda comendo o pneu.

Mas moçinho, me conta de novo como aconteceu o acidente.

De novo, por que, você é polícia ou seguradora?

A seguradora do note quer saber porque eu estava, as 01h00 da manhã, com o note no carro.

– É que eu trabalho com propaganda, não tenho horários.  Sabe aquele povo maluco?  Sou eu.

– Ah, então o senhor tem problemas mentais?

– Não moça, é força da expressão.

E lá se foi mais uma semana sem nada resolvido, brigando por cada ítem a ser concertado no carro e pra ver se liberam logo a grana do note.

Ah, e a pior:

– Mas se acharam o carro e o note tava no portamalas, por que o note não foi achado junto???

_tco

google. aliado ou inimigo?

Hoje fui ver qual era o nome da minha seguradora. Nunca lembro. Claro que fui no google e digitei seguradoras de veículos.
Apareceu um bruta monte de coisas, claro. Só que o mais interessante foi que, para muitas o que aparecia era algum tipo de reclamação de clientes insatisfeitos.
Por isso pergunto. O google é amigo ou não de sua empresa?
Você sabe?

_tco

crise?

Para alguns até pode ser.

Mas … quando o assunto é futebol, todo mundo tem dinheiro para investir.

US$2.6bi foi o que a FIFA arrecadou apenas com direitos de transmissão.  O portal Terra anunciou agora que vendeu 6 cotas de patrocínio.  R$180milhões no total.  Considerando que eles devem ter dado um desconto de 40% -chute- temos R$102M no bolso do Terra.

Nada mal, hein?

_tco

UPDATE: nada como falar com quem entende.  Todas as cotas foram chegadas por R$30M.  Ou seja, um desconto médio de 80%.

Mas pelo menos não queimei a língua.  30% foi o que cresceu a FIFA em relação a última copa.  Pelo menos deu pra acompanhar o crescimento natural do mercado,.

santo paulo bar – precisamos de um milagre

Final de semana, festa de um grande amigo.  Santo Paulo Bar.  O lugar não poderia ser melhor, aliás, poderia, ou melhor, deveria.

Tirando o fato de ter reencontrado amigos, ter a vista para o campo, ter relembrado das conquistas do meu time naquele gramado, ter prestigiado meu amigo … o bar é uma porcaria.  O serviço é uma porcaria.

santo paulo bar

20 minutos para chegar uma água.  30 uma margarita.  PeloamordeDeus.   E ainda me cobraram caro, muito caro.  O bar não vale o que custa.

Se o São Paulo tem pretensão de conseguir alguma coisa além de mensagens e artigos sobre a novidade (no Brasil) de se ter um bar no estádio, vai precisar -e muito- de esforço para melhorar o serviço daquele lugar.

Pior de tudo foi ter que ouvir curintiano falando que foi mal atendido e que o serviço do bar é ruim… aliás, pior de tudo foi ter que concordar com eles.

_tco

o pior comercial da história

A Microsoft se superou dessa vez.

_tco

mais vale o que se ensina do que o que se aprende.

Para mim uma das melhores agência de propaganda do Brasil é a ALMAP.  Não tem razão definida.  Não fiz nenhum estudo comparativo com detalhes de mercado e peças criadas x premiação ganha (até porque, para mim, premiações não valem tanto quanto parece -resultados sim).

Penso que é por causa do Alex mesmo.  Adoro o cara, ele é fabuloso.

Porém, olhe o site dos caras.  Design fabuloso, cheio de nove horas.  Só que você não consegue usar seu mouse para navegar na tela (pra cima e pra baixo), porque eles criaram aquela barra muito bonita e… ordinária.

Gente, não é ter um site bonito, é ter um site FUNCIONAL.  Uma das maiores brigas que eu travo na minha vida (como cara de marketing) é que a forma deve se moldar ao conteúdo e não o contrário. Se eu preciso falar 1+1=2, quero a melhor criação pra isso e jamais vou admitir mudar a minha mensagem para que a criação fique mais bonitinha.

Isso é básico, é ponto de partida.  A forma se adapta ao conteúdo (a funcionalidade no caso), e não o contrário.

Hoje eles pode dizer.  Tenho um site lindo, mas é uma m*rda de usar.

_tco

marketing digital. agora vai?

A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1990, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente traz novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&Rubican.

Esta revolução digital pode ser comparada ao conceito desenvolvido por Shel Silverstein, o Tesarac. A associação ao termo se dá por conta da mudança que ocorre na comunicação com paradigmas que deixam de fazer sentido enquanto surgem outros que ainda não podem ser totalmente mensurados. Por isso, hoje existem três tipos de consumidores: os turistas digitais; os imigrantes digitais; e o nativo digital.

Se antes a comunicação podia ser comparada a um jogo de boliche, com o objetivo de acertar todos os pinos com uma bola, de uma só vez, hoje o jogo mudou. De acordo com Walter Longo agora estamos diante de um pinball, já que a comunicação bate e volta, e o emissor não sabe a força com que ela chega e muito menos com o impacto que ela vai causar.

Mídia digital dita novos rumos
No cenário atual os consumidores se encontram “presos” às mídias tradicionais e esta realidade não deve mudar tão cedo. “Apesar de ver o surgimento de novas mídias, não sabemos a real dimensão que elas terão no futuro e este é o presságio para um impacto nunca visto antes”, diz Walter Longo, em entrevista ao Mundo do Marketing. Neste cenário, a internet surge como a principal ferramenta por oferecer comunicação instantânea e que pode ser editada ao mesmo tempo.

Isto é o que a diferencia das outras mídias, segundo Longo. “Mídia nova não mata mídia velha. Os meios impressos são editáveis e não instantâneos porque eu decido a hora e o local em que vou consumir. Já a mídia eletrônica é instantânea, mas não editável porque eu só posso consumi-la onde ela estiver. Desta forma elas tornam-se complementares para a comunicação do homem”, conta.

Desta forma, as empresas de comunicação estarão cada vez mais se envolvendo com mídias digitais só que de maneira exponencial. “A revolução digital será feita por novas mídias que vão abranger muitos consumidores e qualificar a mensagem ao mesmo tempo. Além disso, ela será mais acelerada do que se imagina” afirma o Mentor do Grupo Newcomm durante a palestra “O Mundo Digital e os novos desafios do Marketing”.

Tendências irreversíveis
A chegada da revolução digital aponta para duas tendências irreversíveis na comunicação. A primeira é a que trata da passagem de uma comunicação massificada para a individualização da mensagem. Isto significa falar com cada individuo de forma diferente sem ter o custo elevado que havia antes da comunicação digital.

A segunda tendência apresentada por Walter Longo é que os meios podem misturar o conteúdo editorial com o publicitário sem precisar de interrupções. O modelo atual usa a interrupção para chamar a atenção do consumidor com um comercial, mas o que acontece é a mescla entre mensagem e entretenimento. “Hoje já é possível que uma empresa que não é mídia se torne mídia. Temos cada vez mais anunciantes produzindo conteúdo, games, entre outras formas de entreter. Se antes os anunciantes eram obrigados a usar uma mídia para chegar ao público, hoje a empresa se transforma em mídia e atinge o seu consumidor”, aponta.

Fato é que as mídias digitais estão dificultando cada vez mais a relação entre o consumidor e as mídias tradicionais. O principal fator para a mudança de comportamento é que o consumidor não quer e não precisa mais esperar a TV anunciar as notícias porque ele pode obtê-las na internet.

Revolução humana com novo perfil
Antes de ser tecnológica, a comunicação está passando por uma revolução humana que está divida em três tipos de perfil de consumidor. Os turistas digitais são os que entram vez ou outra na internet e têm dificuldades em manusear um iPhone, por exemplo. Outros são vistos como imigrantes digitais, já que se “mudaram” para este mundo, mas não são originários dele. Por último está o nativo digital, que hoje não considera a internet uma tecnologia porque ele já nasceu inserido nela.

Segundo Walter Longo, são os nativos digitais os grandes responsáveis pela revolução digital. “A tecnologia para eles já é comum e estes executivos assumirão em breve o poder das empresas e começarão esta revolução. Apesar de perceber isto, não sabemos quão rápido e o impacto que esta revolução vai gerar na comunicação”, explica o executivo ao site.

As características principais entre os consumidores apresentam diferenças básicas com relação à revolução digital que se anuncia. Enquanto alguns têm medo das novas formas de comunicação e preferem se manter longe delas, outros tem prazer em conhecer e consumí-las assim que surgem no mercado. Os consumidores que compõem a Neofobia são geralmente menos jovens, urbanos e menor instrução digital. Já a Neofilia é composta por pessoas cada vez mais jovens, mais urbanos e educados.

Mídia na hora certa
Oriundas da internet, as mídias Out of Home não se baseiam no modelo de interrupção tradicional. Denominada de Outernet, estas mídias atingem consumidores em diferentes lugares ao mesmo tempo, de forma segmentada. O objetivo delas é impactar as pessoas enquanto elas estão paradas obrigatoriamente, seja na fila do banco ou no elevador.

Outra característica destas mídias é atingir os consumidores no momento em que as tradicionais não estão sendo efetivas. “Ela está na contramão das outras mídias e é um lubrificante social porque gera boca-a-boca e as pessoas fazem comentários sobre o assunto”, diz Longo.

De acordo com o Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Y&R as mídias Outernet possuem grande potencial em países em desenvolvimento porque estes oferecem mais tempo de espera ao público. A mídia Out of Home está aproximando a audiência com a atenção do público; a abrangência da mensagem com a eficiência da mesma; e ainda o ponto de impacto com o de consumo. “Ela é abrangente, relevante, não invasiva, qualificada, útil e faz as pessoas se comunicarem”, completa Walter Longo.

Retirado do MUNDO DO MARKETING