é como dizem… ajoelhou, agora tem que rezar

Eric Cador, head da HP na Europa, jurou de pé junto. Em dois meses bateremos as vendas do iPad com nosso “revolucionário” TouchPad. Repare como, de fato, ele é revolucionário. Design e funcionalidades muito, originais.

Agora, dois meses depois (um pouco mais na verdade), ele teve que … descontinuar a venda do produto.

/tomás

lições de steve jobs, o monstro

aproveitando o bafafá em torno do afastamento dele da apple, replico post da jornalista Amanda de Almeida.

Quando eu era criança, meu avô era um verdadeiro aficionado por tecnologia. Logo que tinha algum lançamento, ele já ia atrás. Telefone sem fio, video-cassete, fax, DVD, celular e computadores. Ah, os computadores. O primeiro que ele comprou foi um compatível nacional do Apple II, no começo dos anos 80. Os netos disputavam a tapa a chance de brincar com algum joguinho na tela negra com cursor verde e nem sonhavam com o que Steve Jobs ainda poderia fazer. Pior: a gente nem fazia ideia de que existia um Steve Jobs.

Provavelmente você está cansado de saber quem é o Steve Jobs. Que ele foi adotado, que não concluiu a faculdade, que foi demitido de sua própria empresa e aproveitou o tempo livre para montar outra empresa. E que, hoje em dia, ele é sinônimo de sucesso. Tudo isso ele contou em um discurso para os formandos da Universidade de Stanford em 2005. Discurso que correu a internet e todo mundo leu, viu e ouviu.

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Hoje, um dia após a renúncia de Jobs ao comando da Apple, todo mundo está falando da importância dele para a tecnologia. E isso, todo mundo, inclusive você, também já está cansado de saber. Então, por que este post? Porque tão importante para tecnologia, Jobs também deixou sua marca na comunicação e no mundo dos negócios.

Quando alguém compra um produto da Apple, por exemplo, não compra um celular, um MP3, um computador ou um tablet. Ele compra um iPhone, um iPod, um Mac, um iPad. E se torna um evangelizador da marca. A satisfação é tão grande que ele recomenda aos amigos e faz piada daqueles que ainda estão “travados” na era Windows. E isso, poucas marcas conseguem. Ou você vê algum fanático por Coca-cola recomendando que você beba refrigerante todos os dias?!

Steve Jobs liderou uma revolução que combinou o que o design tem de melhor a oferecer. Beleza, utilidade, praticidade. E fazia questão de mostrar isso na apresentação dos produtos, sempre aguardadas com ansiedade pelo mundo. Basta ver todo o zum-zum-zum em torno do lançamento do iPhone 5 ou o que o iPad 3 vai trazer de novidades. Mídia espontânea. Mas, não pense você que ele não desembolsou um tostão para isso.

Foram milhões de dólares gastos em uma assessoria de comunicação eficiente, o que inclui uma presença maciça em filmes produzidos por Hollywood, que serão vistos e revistos no mundo inteiro, por anos a fio. E o cuidado quase que nazista com a imagem, policiando cada passo dado não só pela empresa, mas por todos os seus funcionários? Tente imaginar quanto isso custa em termos de estratégia?! Muito mais que um punhado de milhões de dólares

A Apple também nos envolve com storytelling. E não é uma história qualquer, que eles inventam para vender seus produtos. É tudo baseado no produto, porque eles têm uma confiança única de que o que eles estão produzindo não é só bom, é o melhor. E nós, consumidores, achamos isso foda, porque sabemos que não foi um produtinho qualquer, entregue do jeito que deu, com uma usabilidade em 80% e uma economia porca de recursos. A gente sabe que determinada tecnologia só não entrou naquela versão porque ela ainda não está 100%. Ainda. Estamos evangelizados para acreditar nisso. E acreditamos.

Daí, conversando com o Gui Boucault, da Royalpixel, e que foi fundamental para a elaboração deste texto, ele contou o seguinte: quando tinha 7 anos, André Agassi era obrigado a rebater mais de 2 mil bolas por dia. Apesar de absurdo, foi exatamente essa obsessão que o levou a chegar próximo da perfeição. Mais ou menos o que acontece com Jobs: sua dedicação obsessiva, que ultrapassa os padrões sociais, é o que fez dele quem é. E da Apple o que a Apple é.

E como o Gui disse, não adianta querer separar o Jobs sucesso do Jobs monstro, porque eles são a mesma pessoa. O sucesso existe porque o monstro não se importa de demitir um executivo 5 minutos depois de ele começar a trabalhar, que quase enlouquece seus funcionários obrigando todos a trabalhar dia e noite, tendo que se internar depois de cada projeto. Isso não é receita de sucesso. Isso é o que ele é e faz: acredita no projeto e vai até o fim com isso, até chegar próximo da perfeição.

Agora começa a era Tim Cook. É o primeiro a chegar e o último a sair do trabalho. Começa a responder seus e-mails às 4 da manhã e manda os executivos para a China de última hora, sem dar tempo para o cara fazer a mala. Talvez ele seja um monstro em formação, talvez seja apenas um cara que sabe a responsabilidade que tem, apesar de dividir com outros executivos decisões que Steve Jobs tomava sozinho.

A Apple tem como desafio, agora, continuar oferecendo soluções para problemas e necessidades que, às vezes, a gente nem imagina que tem. E, se não houver tecnologia para isso, criar.

A lição de Steve Jobs é que todo mundo erra. Todo mundo faz merda. Não existe uma receita para o sucesso. O que existe é trabalho, é dedicação. É a busca pela perfeição. É errar muito antes de, enfim, conseguir acertar. É o que faz de Steve Jobs quem ele é.

um pouco vazio

Foi assim que os mais velhos se sentiram quando Pelé parou de jogar bola?
Os negócios não costumavam ser pessoais, agora são.
Computadores não nos faziam sorrir, agora fazem.
Não me lembro de me importar se algum presidente de empresa tomou uma decisão ou outra, se estava saudável ou não, meio que.. dane-se, não me importo.
Agora eu me importo.
Claro que, mesmo após Pelé, ainda existe futebol mas… nunca mais foi o mesmo, não?
Enfim, muito obrigado Steve Jobs por nos dar algo a falar e, especialmente, um meio mais bonito e fácil de se falar.

um computador pode fazer café?

Vejam esse vídeo do Woz.  Para quem não conhece, Steve Wozniak foi quem, junto com Steve Jobs fundou a Apple.  Ele era a parte mais técnica, enquanto Jobs tinha idéias marketeiras e de vendas, Woz era o cara que as tornava possível tecnicamente.

Esse link vai te levar para a FastCompany.  Vejam que vale a pena.

#Tomás

jobs o melhor CEO do mundo

Steve Jobs foi eleito o melhor CEO do mundo pelo Harvard Business Review (HBR). De acordo com o site MacMagazine, a decisão foi tomada após um extenso estudo envolvendo dois mil executivos de 33 países.

Apesar de ter se afastado dos negócios, devido a uma grave doença, Jobs foi reconhecido por todas as suas conquistas no comando da Apple.

Nos últimos 12 anos, o valor de mercado da Apple cresceu US$150 bilhões e estima-se que ele deu um retorno de cerca de 30% ao ano para todos os acionistas da sua empresa,.

A lista completa com os 100 melhores CEOs do mundo pode ser conferida no site do HBR. Foram considerados apenas candidatos que estiveram no cargo entre janeiro de 1995 e dezembro de 2007 (ou posterior a isso), ou seja, não é possível conferir nomes como Bill Gates (ex-Microsoft) e Larry Ellison na lista, mas estão presentes na lista Eric Schmidt (Google) e Jeff Bezos (Amazon).

Informações MacMagazine

Redação Adnews

o mundo gira … ainda duvida?

Os velhos gurus do marketing diziam que sua empresa precisa ter um foco absurdo (se faz tenis, faz tenis -não pode fazer bota).  Um monte de gente acreditou.

Hoje temos mais uma prova bem interessante de que eles estão velhos mesmo.

Do AdNews.
A Apple superou a Nokia no terceiro trimestre como a fabricante de celulares a gerar maior lucro operacional na indústria de celulares, de acordo com a empresa de pesquisa Strategy Analytics.

A Apple, que entrou no mercado de celulares apenas em meados de 2007 com seu iPhone, vendeu um recorde de 7,4 milhões de aparelhos no terceiro trimestre.

“Com os fortes volumes, altos preços no atacado e estreito controle de custos, a fabricante de computadores teve sucesso no mercado de telefones móveis com apenas dois anos nesse segmento”, disse o analista Alex Spektor, da Strategy Analytics.

A Apple não revela o lucro por linha de negócio, mas a empresa de pesquisa estima que o lucro operacional da Apple com o iPhone atingiu 1,6 bilhão de dólares no terceiro trimestre, comparado a 1,1 bilhão de dólares da Nokia.

A Apple tem dito que as vendas de iPhones de julho a setembro totalizaram 4,5 bilhões de dólares.

A Nokia vendeu 108,5 milhões de aparelhos no mesmo período, gerando receita de 6,9 bilhões de euros (10,36 bilhões de dólares). Mas seus lucros foram atingidos pela desaceleração econômica e por uma presença fraca nos Estados Unidos.

O market share da Nokia no mercado global de celulares ainda está perto dos 40 por cento, mas nos EUA a fatia da empresa é inferior a 10 por cento.

“Acreditamos que os EUA, onde a Nokia está atrás da Apple, é chave para recuperação da Nokia em 2010”, disse o analista Neil Mawston.

Fonte: Reuters

o desafio da apple II – a revanche

Escrevi, semanas atrás, este post.  Nele eu falava sobre o desafio da Apple para turbinar as vendas de computadores e também algumas reflexões sobre a minha volta ao Windows (depois de usar apple em 99% da minha existência tecnológica).

As pessoas não escrevem ou resopndem no post, mas eu fui acoitado, achacrado em praça pública.  O que, você que sempre gostou de mac, vem falar mal da apple?  Até de Judas eu fui chamado.

Verdade seja dita, eu nunca defendi a Apple, sempre fui contra a Microsoft na verdade.  Não contra a empresa, contra o Windows que sempre foi muito ruim, essa é a verdade, a empresa sempre foi muito esperta, pois sempre vendeu muito mesmo com um sistema horrível. 

Agora com o lançamento do Windows 7, que uso já há algumas semanas, reforço meu post anterior.  Apple, cuidado.  No que depender da Microsoft, vocês não venderão mais nenhum computador.

O sistema deixa de ter várias falhas que seus antecessores tinham, é mais rápido (e muito), mais estável -claro que tem problemas .. mas o macOS também tem.

E, claro, a principal vantagem.  Para quem nãó é designer (como eu, não sou designer), os programas para Windows são infinitamente melhores, mais bem desenvolvidos, do que seus primos para Mac.

Para todos que precisam do computador, digo que vale a pena experimentar o novo sistema (agora, uma coisa é fato.  O SnowLeopard -sistema da Apple- custa R$80,00.  O Ultimate do Windows 7 – R$700,00).

Ah, como não poderia deixar de ter…

judas

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