o fim do email?

Estava lendo na Exame, reportagem que fala sobre as novas formas de comunicação.  O email perde espaço para twitter, redes sociais, mensagens instantâneas, etc.

A tendência é relativamente óbvia, as novas formas são muito mais… interativas.  E quando se fala em web 2.0 (que ninguém sabe definir, mas para mim resume-se em a vez do internauta, chega de bla bla blá tecnológico com efeitos complicadíssimos em flash e vamos ao que interessa, o conteúdo), interatividade é o que manda.

Pensando na aplicação disso para as empresas.

Tive um diretor comercial uma vez, um dos meus gurus, que dizia que as pessoas não apertavam o SEND, apertavam o F*DA-SE (quase como aquelas pessoas que ligam o pisca-pisca e dan-se o motorista do lado).  Claro, eu já mandei o email, já tenho a prova que ele saiu, dane-se o outro.  Ele que se vire agora.  Quando se fala em mensagens instantâneas, etc, a coisa não é bem assim.  Muito mais difícil isso acontecer.

E, na minha opinião, as empresas tem uma vantagem ainda maior quando se fala nessa nova onda. Aumenta o contato pessoal.  Aumenta a interação e o problema que temos de não conseguir falar com o cliente de forma mais casual (eu dependo disso), consegue -mesmo que ainda precariamente- transmitir em0ção no msn, enquanto no email o tom precisa ser outro.

Vamos ver como as empresas irão se adaptar (ou se virar) com isso.

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