primeiro, conecte-se

nessa economia conectada, existe uma divisão entre dois tipos de projetos.  aqueles que tem sucesso em criar conexões e os que não tem.

a internet é uma máquina de conexões.  todos esses projetos (facebook, mercadolivre, ebay, messenger e chats, email, fóruns, etc) criam conexões entre pessoas que antes, não existiam ou eram, pelo menos, muito mais difíceis.

quando você nos diz sobre sua empresa, seja ela qual for, primeiro diga como ela nos ajudará a conectar-mos uns com os outros, o resto caminhará por si só

em homenagem a tim

Que sirva de exemplo a todas as empresas.  Na verdade não só esse como muitos e muitos outros exemplos.

Na era virtual (que já entramos faz muito tempo), qualquer empresa que preste um serviço ruim, que não valorize seu consumidor, ou que o trate como apenas mais um número ou um cifrão, corre sérios riscos de ter esse tipo de publicidade.

 

oi quer anulação de regras sobre qualidade dos serviços

notícia retirada do site Terra.

A Oi entrou junto à Anatel com um Pedido de Anulação do Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGS-SCM) e do Regulamento sobre Gestão da Qualidade de Prestação do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP). Ambos os regulamentos aprovados em 28 de outubro de 2011 estabelecem metas de qualidade a serem cumpridas pelas prestadoras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e do Serviço Móvel Pessoal (SMP).

De acordo com o que foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, a TNL PCS S.A., a Oi, quer a anulação de artigos do RGQ-SCM que se referem aos indicadores de “Reação do Assinante”, aos “Indicadores de Rede” e aos indicadores do artigo que fala da “Taxa de Instalação do Serviço”, além da anulação de artigos do RGQ-SMP que tratam da qualidade dos serviços: chamadas, envio de mensagens, conexão à internet, entre outros.

A existência de terceiros interessados na eventual anulação dos artigos do RGQ-SCM e do RGQSMP exige a notificação por parte da Anatel. Segundo a publicação no Diário Oficial da União, os interessados devem se manifestar no prazo de 15 (quinze) dias contados da publicação da notificação na Imprensa Oficial, a respeito dos Pedidos de Anulação interpostos pela TNL PCS S.A. (“Oi”).

Ainda de acordo com a Anatel, as referidas manifestações deverão ser dirigidas à Superintendência de Serviços Privados, podendo ser entregues no protocolo das unidades da Agência, localizadas nas capitais dos Estados da Federação e no Distrito Federal.

Em resposta ao Terra, a Oi informa que “propôs e formalizou na Anatel a adoção de um sistema de medição de qualidade da rede de banda larga, bem como a divulgação dessa medição, por entidade independente, como medida de transparência para melhorar a percepção dos consumidores”.

Leia o posicionamento na íntegra:
A Oi informa que propôs e formalizou na Anatel a adoção de um sistema de medição de qualidade da rede de banda larga, bem como a divulgação dessa medição, por entidade independente, como medida de transparência para melhorar a percepção dos consumidores. A proposta feita à Anatel seguiu os padrões técnicos adotados na Europa e nos Estados Unidos e contou com amplo respaldo de estudos de consultorias especializadas. Além disso, a companhia participou em 2010 do primeiro teste, realizado pelo Inmetro em parceria com a Anatel, que apontou a rede da Oi como um dos melhores indicadores de qualidade.

O questionamento da companhia diz respeito ao estabelecimento de metas que não dependem exclusivamente das operadoras de telecom, já que o desempenho está atrelado a diversos outros fatores, que podem afetar o funcionamento do serviço final. Há estudos técnicos de respeitáveis entidades que respaldam esse conceito.

Não é prática internacional o estabelecimento de metas de uma rede que utiliza premissas estatísticas para o dimensionamento das ofertas de banda larga, uma vez que o próprio uso estatístico é dinâmico e evolutivo, pois depende da carga dos conteúdos de texto, áudio ou vídeo.

Por fim, no caso do serviço móvel de banda larga, os países, de forma generalizada, não adotam metas de banda garantida, por conta da inviabilidade técnica dessa garantia, decorrente da mobilidade característica do serviço. Durante o processo de Consulta Pública que precedeu o Regulamento, não foi dado ao conhecimento público eventual estudo técnico que justificasse tal medida, com a devida avaliação de impactos.

A Oi reitera o seu compromisso com a qualidade e com o consumidor, e acredita que o regulamento de qualidade da Anatel possa ser aprimorado seguindo os padrões internacionais.

 

Para participar, enviando um voto contra a Oi, clique no link abaixo

http://www.avaaz.org/po/brazil_anatel_vs_oi/?vl

“internet é o segundo meio na fatia do bolo publicitário brasileiro” por ricardo cavallini

retirado do blog coxacreme, de Ricardo Cavallini

É uma informação extremamente relevante para o mercado brasileiro, acho até que merecia destaque no título.

Saiu pesquisa do Grupo Consultores com 100 profissionais dos maiores anunciantes mostrando que a fatia digital nas verbas de comunicação bateu 13,4%.

Não é correto misturar pesquisas e metodologias diferentes, principalmente porque a do Grupo Consultores parece ter focado apenas no digital. Então não é possível comparar com precisão o investimento de um meio com outro, mas tanto grupo quanto pesquisa são sérios e o valor merece atenção.

Aproveito e faço nova provocação, similar a que fiz em 2009: este ano o investimento em digital já ultrapassou o investimento em jornais.

De qualquer forma, mais importante do que discutir vírgulas, centavos ou posição no ranking é perceber duas coisas.

Primeiro o que eu já critico há anos, que o investimento não pode mais ser medido pela veiculação (ainda mais usando poucos veículos como parâmetro)

Segundo que a verba continua migrando rapidamente para o digital. De acordo com o Grupo Consultores, quase dobrou nos últimos 2 anos.

Agora que internet já passou a ser o segundo meio, vale apontar que a importância não deve mais ser medida pela porcentagem da verba, e sim por diversos outros fatores. Quem quiser entender os porquês na minha opinião, pode assistir meu recado para os alunos de propaganda e marketing.

unilever investe em espaço para experimentação

do MMOnline

Companhia inaugura laboratório para testar e criar ideias que funcionem no ambiente virtual

Na busca pelo pioneirismo e pela melhor forma de se comunicar com os consumidores, a Unilever acaba de inaugurar o Media Lab, ambiente que deverá servir de experimentação para as ações da companhia nos meios digitais. A iniciativa já existe em outros países como Inglaterra e Estados Unidos, sendo que o Brasil é o primeiro a receber essa espécie de centro de estudo em marketing online na América Latina.

Com espaço de cerca de 40 metros quadrados, a laboratório é dividido em quatro estações equipadas com os devices que hoje fazem parte do dia a dia da sociedade brasileira. Ao fundo da sala fica disposto, por exemplo, um monitor ligado a diferentes consoles de videogame para que se possa testar e desenvolver ações baseadas em jogos. Logo ao lado, uma bancada expõe diversos modelos de telefones celulares que vão desde equipamentos de última geração até os mais simples e munidos de recursos limitados. Outra estação dedicada ao estudo de vídeos digitais serve como base para aprimorar a produção de conteúdo e, por fim, um computador fica à disposição das equipes da Unilever no intuito de introduzir com mais intensidade na cultura da companhia o uso de métricas e relatórios exclusivos para ações nesses canais.

“Nossa ideia é que o Media Lab se transforme em um espaço colaborativo que contribua para o surgimento de grandes ideias. É lá também que essas ideias serão testadas a aprimoradas para que a gente consiga pensar soluções sob a ótica dos consumidores e, dessa forma, promover uma aproximação natural com essas pessoas através de nossas marcas”, conta Malu López, diretora de mídia da Unilever Brasil. Pensado em conjunto com as três agências digitais da companhia – CuboCC, F.biz e Ogilvy –, o laboratório contará ainda com conteúdo atualizado pela Elemídia e que trará todas as notícias referentes à tendências e cases de marketing digital que acontecem pelo mundo. “As notícias deverão servir de inspiração durante as reuniões e discussões que levaremos para dentro da sala”, diz Malu. Ao todo, outros dez parceiros estão envolvidos no projeto, que demorou cerca de seis meses para ser desenvolvido.

A executiva conta ainda que espera transformar o espaço em um local para troca de experiências entre profissionais do mercado digital com o propósito de criar referências concretas de ações executadas nesses canais. Para tanto, a Unilever conta ainda com um blog e uma página no Facebook do Media Lab visando justamente alimentar essas possíveis discussões entre membros de comunidades de marketing. “Consideramos essa iniciativa estratégica para a companhia por acreditarmos que em algum momento o digital deverá funcionar como o centro da comunicação de nossas marcas. Temos que começar a fazer essas experimentações com mais profundidade para entendermos de que maneira podemos criar valor aos nossos consumidores”, completa Malu.

o consumidor: a nova mídia

Ok, ok, o título tá meio batido eu sei.  Todo mundo sabe disso…. mas … será que sabe mesmo?

Pesquisa da ComScore revelou que apenas 16% dos internautas clicam em uma campanha online.  Ou seja, 84% não clicam em nada mas, adivinhem só, são eles que fazem as principais (ou representam o maior volume de vendas dos produtos), isso quer dizer que a campanha chegou a eles de alguma forma, certo?

Ou seja, aquele novo (velho) método de se analisar as campanhas online o CTR (clik through rate – ou quantidade de cliques nas campanhas) nãó é assim tão eficaz e preciso.  Oras, se apenas 16% do povo clica .. como avaliar a eficáia considerando um público tão pequeno?

A simples exposição da marca ainda é o melhor meio de se comunicar? Mas não foram os anunciantes e especialistas que escracharam esse meio, poucos anos atrás?

Caramba… o que fazer entã0 para ter sucesso nas campanhas? O consumidor, é sempre o consumidor.

O que precisamos fazer é analisar COMO o consumidor chegou ao site,  COMO ele comprou.  Nada de fazer pesquisas chatíssimas, pelo amor de Deus, mas dá pra usar uma das milhares de ferramentas para medir o comportamento do consumidor e principalmente, para superar suas expectativas em relação a sua empresa pois assim você conseguirá o que quer … transformar seu consumidor em mídia.

=tomás

mais vale o que se ensina do que o que se aprende.

Para mim uma das melhores agência de propaganda do Brasil é a ALMAP.  Não tem razão definida.  Não fiz nenhum estudo comparativo com detalhes de mercado e peças criadas x premiação ganha (até porque, para mim, premiações não valem tanto quanto parece -resultados sim).

Penso que é por causa do Alex mesmo.  Adoro o cara, ele é fabuloso.

Porém, olhe o site dos caras.  Design fabuloso, cheio de nove horas.  Só que você não consegue usar seu mouse para navegar na tela (pra cima e pra baixo), porque eles criaram aquela barra muito bonita e… ordinária.

Gente, não é ter um site bonito, é ter um site FUNCIONAL.  Uma das maiores brigas que eu travo na minha vida (como cara de marketing) é que a forma deve se moldar ao conteúdo e não o contrário. Se eu preciso falar 1+1=2, quero a melhor criação pra isso e jamais vou admitir mudar a minha mensagem para que a criação fique mais bonitinha.

Isso é básico, é ponto de partida.  A forma se adapta ao conteúdo (a funcionalidade no caso), e não o contrário.

Hoje eles pode dizer.  Tenho um site lindo, mas é uma m*rda de usar.

_tco