quando meu sobrenome é o nome da empresa que trabalho…

Parece engraçado, mas cada vez mais os profissionais estão tentando se firmar usando o nome das empresas que trabalham.  Se esqueceram de que seus principais ativos são … eles mesmos.  Hoje estão na Volkswagem e amanhã podem estar na IBM, Intel, Petrobrás, Microsoft ou sei lá o que … ou até mesmo eles mesmo podem montar uma empresa deles, como muitos profissionais fizeram com brilhantismo e ganham muito mais dinheiro com muito mais tranquilidade.

O real problema disso tudo, na minha modesta opinião é que além de perderem diversas oportunidades  de crescimento, ficam míopes e deixam de conseguir novos parceiros ou, pelo menos, deixando de tratar bem esses parceiros, perdem grandes aliados (exatamente como as empresas que tratam “mal” seus funcionários).

Mas … vivendo e aprendendo.

_tco

conheça eduardo, o certinho

O funcionário que não assume riscos sobe rapidamente no frescor da juventude, cabeça aberta, um comportamento agradável e boa aparência irão acelerar sua ascensão.

Seus superiores têm satisfação em promovê-lo porque isso é bom para a imagem deles.

O candidato atinge um patarmar de responsabilidade, algo que não pde ser tratado com indiferença.

Afinal é um gerente, embora júnior.

Seu salário sobre proporcionalmente ao seu status, e não à sua capacidade, e ele atinge o nível de direção.

Chegou a hora de nomear um adjunto, ou um vice-diretor-geral.  Nosso homem é considerado um bom homem da empresa, mas um pouco maçante. Não produz inovação, nada faz pela imagem da empresa.

Existe um jovem muito bom no seu departamento ganhando 1/3 do que ele ganha e que se dá muito bem com os membros mais jovens da companhia.

Nosso homem aos quarenta é posto de lado e aos 47, descartado.

Não atingiu o topo da escada, caiu e não há jeito de subir novamente.

Está acabado e, no entando, nada fez de errado.

Este é o problema.

Ele nada fez de errado.

[[paul arden]]