oi quer anulação de regras sobre qualidade dos serviços

notícia retirada do site Terra.

A Oi entrou junto à Anatel com um Pedido de Anulação do Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGS-SCM) e do Regulamento sobre Gestão da Qualidade de Prestação do Serviço Móvel Pessoal (RGQ-SMP). Ambos os regulamentos aprovados em 28 de outubro de 2011 estabelecem metas de qualidade a serem cumpridas pelas prestadoras do Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e do Serviço Móvel Pessoal (SMP).

De acordo com o que foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, a TNL PCS S.A., a Oi, quer a anulação de artigos do RGQ-SCM que se referem aos indicadores de “Reação do Assinante”, aos “Indicadores de Rede” e aos indicadores do artigo que fala da “Taxa de Instalação do Serviço”, além da anulação de artigos do RGQ-SMP que tratam da qualidade dos serviços: chamadas, envio de mensagens, conexão à internet, entre outros.

A existência de terceiros interessados na eventual anulação dos artigos do RGQ-SCM e do RGQSMP exige a notificação por parte da Anatel. Segundo a publicação no Diário Oficial da União, os interessados devem se manifestar no prazo de 15 (quinze) dias contados da publicação da notificação na Imprensa Oficial, a respeito dos Pedidos de Anulação interpostos pela TNL PCS S.A. (“Oi”).

Ainda de acordo com a Anatel, as referidas manifestações deverão ser dirigidas à Superintendência de Serviços Privados, podendo ser entregues no protocolo das unidades da Agência, localizadas nas capitais dos Estados da Federação e no Distrito Federal.

Em resposta ao Terra, a Oi informa que “propôs e formalizou na Anatel a adoção de um sistema de medição de qualidade da rede de banda larga, bem como a divulgação dessa medição, por entidade independente, como medida de transparência para melhorar a percepção dos consumidores”.

Leia o posicionamento na íntegra:
A Oi informa que propôs e formalizou na Anatel a adoção de um sistema de medição de qualidade da rede de banda larga, bem como a divulgação dessa medição, por entidade independente, como medida de transparência para melhorar a percepção dos consumidores. A proposta feita à Anatel seguiu os padrões técnicos adotados na Europa e nos Estados Unidos e contou com amplo respaldo de estudos de consultorias especializadas. Além disso, a companhia participou em 2010 do primeiro teste, realizado pelo Inmetro em parceria com a Anatel, que apontou a rede da Oi como um dos melhores indicadores de qualidade.

O questionamento da companhia diz respeito ao estabelecimento de metas que não dependem exclusivamente das operadoras de telecom, já que o desempenho está atrelado a diversos outros fatores, que podem afetar o funcionamento do serviço final. Há estudos técnicos de respeitáveis entidades que respaldam esse conceito.

Não é prática internacional o estabelecimento de metas de uma rede que utiliza premissas estatísticas para o dimensionamento das ofertas de banda larga, uma vez que o próprio uso estatístico é dinâmico e evolutivo, pois depende da carga dos conteúdos de texto, áudio ou vídeo.

Por fim, no caso do serviço móvel de banda larga, os países, de forma generalizada, não adotam metas de banda garantida, por conta da inviabilidade técnica dessa garantia, decorrente da mobilidade característica do serviço. Durante o processo de Consulta Pública que precedeu o Regulamento, não foi dado ao conhecimento público eventual estudo técnico que justificasse tal medida, com a devida avaliação de impactos.

A Oi reitera o seu compromisso com a qualidade e com o consumidor, e acredita que o regulamento de qualidade da Anatel possa ser aprimorado seguindo os padrões internacionais.

 

Para participar, enviando um voto contra a Oi, clique no link abaixo

http://www.avaaz.org/po/brazil_anatel_vs_oi/?vl

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e haja celular…

Eu só fico pensando.  Se devemos ter mais de 5% da população na faixa dos miseráveis (esse número é um chute, não faço idéia.. mas menos não é), como eles têm celular?

Ok, ok.. eles não têm.  Diversas pessoas tem mais do que um aparelho… então, como diabos uma entidade divulga tal informação?

segundo o MMOnline.

O Brasil fechou o mês de agosto com 189,4 milhões de acessos de telefonia móvel, o que dá uma densidade de 97,96% (acessos por 100 habitantes). Segundo os dados informados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de janeiro a agosto deste ano, foram adicionados 15,4 milhões de acessos à base de assinantes.

Do total de 189,4 milhões de acessos móveis no Brasil, 82,20% (155,7 milhões) são pré-pagos. Nos últimos 12 meses, os estados que mais apresentaram expansão da base foram o Piauí que, com teledensidade de 71,15%, cresceu 33,39%; o Maranhão (teledensidade de 53,59%), com 30,33% de aumento; e o Tocantins (teledensidade de 91,71%), que apresentou expansão de 25,82%. Por região, o maior crescimento no último ano é do Norte, com 20,07%; Nordeste, 19,04%; Sul, com 12,37%; Sudeste, com 11,99%; e Centro-Oeste, com 11%.

O market share de celular segue inalterado e a Vivo permanece na liderança, com 57,2 milhões de acessos (30,23% de participação); seguida pela Claro, com 48,1 milhões (25,43% de market share); TIM, com 45,9 milhões (24,25%); Oi, com 37,3 milhões (19,74%); CTBC, com 576 mil (0,30%); Sercomtel, com 76 mil (0,04% de market share); e Unicel, com 20 mil assinantes e 0,01% de participação. A tecnologia mais usada é o GSM, com 167,1 milhões de acessos. E os terminais de dados (modems e cartões PCMCIA) totalizavam, em agosto, 5,5 milhões de unidades, com 2,94% do total.