por que será? alguém sabe? podem me explicar? blá….

não vou nem comentar, apenas replicar…

Nos quatro primeiros meses do ano, o governo federal gastou R$ 240,7 milhões com publicidade, 63,2% a mais do que no mesmo período de 2009.

Os gastos com publicidade institucional são proibidos nos três meses que antencedem o pleito, porém as regras para o primeiro semestre são mais frouxas, o que abre espaço para gastos maiores nesse período.

O valor computado até abril com recursos do Orçamento da União de 2010 corresponde a 34,4% do total disponível para todo o ano. Grande parte dos serviços foi contratada no final de 2009 e é paga este ano. O total disponível para gastos com publicidade em 2010 chega a R$ 700,4 milhões, 29,2% além da dotação de 2009.

Os dados, levantados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) pela ONG Contas Abertas, apontam que ano passado foram gastos R$ 724 milhões com a publicidade das estatais. Os valores de 2010, nesse caso, ainda não estão disponíveis para consulta.

O levantamento não computa gastos das estatais com mídia, que também crescem em anos eleitorais. Em 2006, por exemplo, essas empresas gastaram R$ 941 milhões, contra R$ 825,2 milhões no ano anterior. Os gastos totais com propaganda também cresceram: foram R$ 1,267 bilhão em 2006, contra R$ 1,153 bilhão em 2005 — valores corrigidos pela inflação até 2009.

Em 2009, o governo dispunha no Orçamento de R$ 542,029 milhões e, nos primeiros quatro meses de 2009, gastou R$ 147,5 milhões, o que representou 27,2% do total.

Texto da lei serve como justificativa

O texto diz que os gastos não podem superar a média dos três anos anteriores a eleição, o que abre espaço para uma interpretação que favorece o governo e vem sendo aceita pelos órgãos de controle. Os cálculos são feitos se baseando nos gastos totais do ano, isso permite uma despesa maior no primeiro semestre.

A restrição à publicidade institucional durante os três meses que antecedem o pleito também são usados como justificativa para a ampliação de gastos.

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) explica em nota: “As necessidades de comunicação do Poder Executivo Federal permanecem as mesmas, independente da especificidade do ano eleitoral.

As restrições previstas na lei impõem aos órgãos públicos um parâmetro de investimentos em publicidade em um período menor de tempo. Na prática, haverá um hiato de comunicação que pode variar de 90 a 120 dias caso haja segundo turno. Restam, portanto, oito meses para que os órgãos que trabalham com comunicação executem suas atividades”.

A Secom afirmou, na mesma nota, que “os órgãos e entidades do Poder Executivo Federal cumprirão rigorosamente o que determina a lei. O Executivo Federal gastará em 2010 cerca de 23,4% menos do que em 2009 com publicidade institucional e de utilidade pública”. No ano passado, considerando administração direta e estatais, foram gastos R$ 1, 178 bilhão. Este ano, segundo o governo, serão limitados em R$ 903,5 milhões.

Com informações do jornal O Globo.

Redação Adnews

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Sobre tomás
Me chamo Tomás Oliveira, 31 anos, paulistano, nascido no Itaim, profissional de marketing e vendas. Tenho um filho de 07 anos, que começa a me desafiar, tentando provar que c* não é palavrão, Torcedor (não mais tão fanático quanto antes) do São Paulo, amante de leitura, cinema e jogar bola, adoro blues, jazz e rock´n´roll e outras coisas mais. Estou aqui para aprender e passar um pouco do que eu aprendi. É isso, acredito que já dá pra ter uma idéia.

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