achismo

e outras coisas mais

o pior comercial da história

Publicado por tomás em 3 Jul, 2009

A Microsoft se superou dessa vez.

_tco

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mais vale o que se ensina do que o que se aprende.

Publicado por tomás em 2 Jul, 2009

Para mim uma das melhores agência de propaganda do Brasil é a ALMAP.  Não tem razão definida.  Não fiz nenhum estudo comparativo com detalhes de mercado e peças criadas x premiação ganha (até porque, para mim, premiações não valem tanto quanto parece -resultados sim).

Penso que é por causa do Alex mesmo.  Adoro o cara, ele é fabuloso.

Porém, olhe o site dos caras.  Design fabuloso, cheio de nove horas.  Só que você não consegue usar seu mouse para navegar na tela (pra cima e pra baixo), porque eles criaram aquela barra muito bonita e… ordinária.

Gente, não é ter um site bonito, é ter um site FUNCIONAL.  Uma das maiores brigas que eu travo na minha vida (como cara de marketing) é que a forma deve se moldar ao conteúdo e não o contrário. Se eu preciso falar 1+1=2, quero a melhor criação pra isso e jamais vou admitir mudar a minha mensagem para que a criação fique mais bonitinha.

Isso é básico, é ponto de partida.  A forma se adapta ao conteúdo (a funcionalidade no caso), e não o contrário.

Hoje eles pode dizer.  Tenho um site lindo, mas é uma m*rda de usar.

_tco

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marketing digital. agora vai?

Publicado por tomás em 2 Jul, 2009

A comunicação está passando pelo principal período de uma revolução digital. O motivo é simples: próximos dos 30 anos de idade, executivos que nasceram na Era Digital junto à internet, nos anos 1990, estão se tornando líderes das empresas do setor e consequentemente traz novos desafios para os profissionais de Marketing. Esta afirmação é feita por Walter Longo, Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Young&Rubican.

Esta revolução digital pode ser comparada ao conceito desenvolvido por Shel Silverstein, o Tesarac. A associação ao termo se dá por conta da mudança que ocorre na comunicação com paradigmas que deixam de fazer sentido enquanto surgem outros que ainda não podem ser totalmente mensurados. Por isso, hoje existem três tipos de consumidores: os turistas digitais; os imigrantes digitais; e o nativo digital.

Se antes a comunicação podia ser comparada a um jogo de boliche, com o objetivo de acertar todos os pinos com uma bola, de uma só vez, hoje o jogo mudou. De acordo com Walter Longo agora estamos diante de um pinball, já que a comunicação bate e volta, e o emissor não sabe a força com que ela chega e muito menos com o impacto que ela vai causar.

Mídia digital dita novos rumos
No cenário atual os consumidores se encontram “presos” às mídias tradicionais e esta realidade não deve mudar tão cedo. “Apesar de ver o surgimento de novas mídias, não sabemos a real dimensão que elas terão no futuro e este é o presságio para um impacto nunca visto antes”, diz Walter Longo, em entrevista ao Mundo do Marketing. Neste cenário, a internet surge como a principal ferramenta por oferecer comunicação instantânea e que pode ser editada ao mesmo tempo.

Isto é o que a diferencia das outras mídias, segundo Longo. “Mídia nova não mata mídia velha. Os meios impressos são editáveis e não instantâneos porque eu decido a hora e o local em que vou consumir. Já a mídia eletrônica é instantânea, mas não editável porque eu só posso consumi-la onde ela estiver. Desta forma elas tornam-se complementares para a comunicação do homem”, conta.

Desta forma, as empresas de comunicação estarão cada vez mais se envolvendo com mídias digitais só que de maneira exponencial. “A revolução digital será feita por novas mídias que vão abranger muitos consumidores e qualificar a mensagem ao mesmo tempo. Além disso, ela será mais acelerada do que se imagina” afirma o Mentor do Grupo Newcomm durante a palestra “O Mundo Digital e os novos desafios do Marketing”.

Tendências irreversíveis
A chegada da revolução digital aponta para duas tendências irreversíveis na comunicação. A primeira é a que trata da passagem de uma comunicação massificada para a individualização da mensagem. Isto significa falar com cada individuo de forma diferente sem ter o custo elevado que havia antes da comunicação digital.

A segunda tendência apresentada por Walter Longo é que os meios podem misturar o conteúdo editorial com o publicitário sem precisar de interrupções. O modelo atual usa a interrupção para chamar a atenção do consumidor com um comercial, mas o que acontece é a mescla entre mensagem e entretenimento. “Hoje já é possível que uma empresa que não é mídia se torne mídia. Temos cada vez mais anunciantes produzindo conteúdo, games, entre outras formas de entreter. Se antes os anunciantes eram obrigados a usar uma mídia para chegar ao público, hoje a empresa se transforma em mídia e atinge o seu consumidor”, aponta.

Fato é que as mídias digitais estão dificultando cada vez mais a relação entre o consumidor e as mídias tradicionais. O principal fator para a mudança de comportamento é que o consumidor não quer e não precisa mais esperar a TV anunciar as notícias porque ele pode obtê-las na internet.

Revolução humana com novo perfil
Antes de ser tecnológica, a comunicação está passando por uma revolução humana que está divida em três tipos de perfil de consumidor. Os turistas digitais são os que entram vez ou outra na internet e têm dificuldades em manusear um iPhone, por exemplo. Outros são vistos como imigrantes digitais, já que se “mudaram” para este mundo, mas não são originários dele. Por último está o nativo digital, que hoje não considera a internet uma tecnologia porque ele já nasceu inserido nela.

Segundo Walter Longo, são os nativos digitais os grandes responsáveis pela revolução digital. “A tecnologia para eles já é comum e estes executivos assumirão em breve o poder das empresas e começarão esta revolução. Apesar de perceber isto, não sabemos quão rápido e o impacto que esta revolução vai gerar na comunicação”, explica o executivo ao site.

As características principais entre os consumidores apresentam diferenças básicas com relação à revolução digital que se anuncia. Enquanto alguns têm medo das novas formas de comunicação e preferem se manter longe delas, outros tem prazer em conhecer e consumí-las assim que surgem no mercado. Os consumidores que compõem a Neofobia são geralmente menos jovens, urbanos e menor instrução digital. Já a Neofilia é composta por pessoas cada vez mais jovens, mais urbanos e educados.

Mídia na hora certa
Oriundas da internet, as mídias Out of Home não se baseiam no modelo de interrupção tradicional. Denominada de Outernet, estas mídias atingem consumidores em diferentes lugares ao mesmo tempo, de forma segmentada. O objetivo delas é impactar as pessoas enquanto elas estão paradas obrigatoriamente, seja na fila do banco ou no elevador.

Outra característica destas mídias é atingir os consumidores no momento em que as tradicionais não estão sendo efetivas. “Ela está na contramão das outras mídias e é um lubrificante social porque gera boca-a-boca e as pessoas fazem comentários sobre o assunto”, diz Longo.

De acordo com o Vice-Presidente de Estratégia e Inovação da Y&R as mídias Outernet possuem grande potencial em países em desenvolvimento porque estes oferecem mais tempo de espera ao público. A mídia Out of Home está aproximando a audiência com a atenção do público; a abrangência da mensagem com a eficiência da mesma; e ainda o ponto de impacto com o de consumo. “Ela é abrangente, relevante, não invasiva, qualificada, útil e faz as pessoas se comunicarem”, completa Walter Longo.

Retirado do MUNDO DO MARKETING

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acer blindada?

Publicado por tomás em 27 Jun, 2009

Lendo meu resumo de RSS hoje recebo a seguinte notícia.

O presidente da Acer não está preocupado com a entrada da Nokia como fabricante de PCs?

Não está?  Pois deveria.  Quando você começar a se preocupar será para retomar a posição perdida por eles.  Um fabricante com o potencial da Nokia causa estrago aonde quer que chegue.

_tco

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iphone 3gs. auto-sabotagem?

Publicado por tomás em 27 Jun, 2009

O hardware do iPhone permite gravar vídeos com até de 720p resolução. Por que ele não faz?

iphone3gs-internal-rotator

Se você quiser ficar pensando muito na resposta, pode supor um monte de coisas, mas a óbvia verdade é uma só.

Daqui a pouco eles irão lançar uma nova versão que grava não um VGA, mas um super VGA, depois, 1.2 mpixels, depois, 3 … e adivinhe só.  Você irá comprar todas as versões que forem lançadas, exatamente com o mesmo hardware da anterior.

Viu que legal?

_tco

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mini drive show

Publicado por tomás em 27 Jun, 2009

quer fazer um test drive?
quer ser entrevistado por uma apresentadora bonitona?
quer … aparecer na TV?

É o que promete o mini talk show.  Em formato de entrevista, 03 câmeras gravam o que se passa dentro do carro enquanto a apresentadora (a bonitona da história) fica fazendo perguntas a… você.  O motorista.  É claro.  Isso se o você da história for famoso.mini

A iniciativa é (para os famosos) muito boa pois enquanto fala ele consegue passar toda a sensação que tem ao dirigir o veículo.

Marcos Mion (aquele cara que virou conhecido por ser vj) está na fila.  Se candidata?

_tco

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novo job

Publicado por tomás em 26 Jun, 2009

Kofi Annan -ele mesmo- pediu ajuda das agências de propaganda para  …. salvar o mundo.
“O mundo está acabando, não podemos falhar agora.” Disse o inspirado ex-secretário geral da ONU em seu discurso, quando anunciou a nova campanha.

salvar o mundo

O ex-secretário-geral da ONU – Organização das Nações Unidas – se juntou à ACT Responsible e a rede de agências Euro RSCG para lançar a campanha “Tck, Tck, Tck”, inspirada no som da correria dos ponteiros de um relógio. A ideia é ligar o alarme e alertar ao mundo que o tempo se vai e atitudes devem ser tomadas urgentemente.

A ação quer gerar mídia e atrair holofotes para o encontro que aconteceré em dezembro deste ano em Copenhagen, Dinamarca. Lá, os principais líderes da política mundial estarão reunidos para decidir sobre medidas a serem adotadas para combater o estrago do meio-ambiente pelo homem. ”O tempo já chegou. Não temos mais tempo para perder. Se não nos mobilizarmos, as consequências serão catastróficas”, diz Annan

Vencedor do prêmio Nobel da Paz em 2001, o diplomata de Gana está em Cannes para pedir apoio à mídia e comunidade publicitária na difusão da ideia mundo afora.

Plataformas tradicionais e digitais serão bem-vindas na divulgação da mensagem. Este foi o tema da palestra de David Jones, CEO da Euro, que subiu ao palco logo após Annan para explicar como agências e anunciantes podem contribuir.

Ações

Três comerciais foram divulgados durante a palestra. Todos eles com forte apelo emocional e com a participação de cantores, atores, diretores de cinema e outras personalidades.

A partir de setembro, estará disponível um site pelo qual as pessoas possam fazer downloads da música do “Tck, Tck, Tck” e acompanhar notícias sobre a proposta. Jones também citou que agências e anunciantes podem contribuir inserindo logomarca da campanha e ajudar a colocá-la na mídia. As marcas HSBC e GreenPeace foram citadas.

Young Lions

Bob Geldof, cantor e ativista político,  fechou a palestra com um belo discurso, que emocionou o auditório. Geldof apresentou fatos que alertam o quão grave é a situação. Elevação das temperaturas, desaparecimento da fauna ao redor do mundo e o descongelamento de icebergs em várias partes do mundo ganharam destaque. O caminho é sombrio, afirmou.

Sobre Cannes, o ativista comentou a iniciativa da Organização, que propôs aos jovens que concorrem em Cannes pelo Young Lions Competition um briefing sobre meio-ambiente. A peça vencedora pedia que as pessoas sejam ativas e façam algo para ajudar a solucionar o problema ao invés de apenas falar em torno dele.  _AdNews

Será que finalmente poderemos deixar de ser os vilões da história?

_tco

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rexona x-race

Publicado por tomás em 25 Jun, 2009

Mais um belo jogo online.

Me perguntaram o que desodorante tem a ver com velocidade.  Sim, não tem lhufas mas, pelo menos, ajuda a fixar a marca na cabeça do consumidor.

Vale a pena dar algumas voltas.

Repare que estamos na região do MASP.

http://www.rexona.com.br/xrace

_tco

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yes we can

Publicado por tomás em 25 Jun, 2009

Não é novidade que a estratégia de internet da campanha do Barack Obama foi a mais inovadora já vista. E fica mais interessante quando observamos detalhes que foram apresentados por David Plouffe, jovem coordenador da campanha presidencial.
O sucesso está na base de CRM montada com informações dos eleitores americanos. Ela continha um detalhamento impressionante do perfil de cada eleitor, cidade, Estado. O que possibilita apontar tendências para fazer manobras locais e regionais de acordo com o cenário. Com essa base foram implementados os programas de relacionamento. As informações não eram enviadas para “todos” e sim para os representantes da campanha em cada cidades. Desta forma, os eleitores não recebiam e-mails sobre Obama de um remetente genérico, mas de pessoas próximas – tais como vizinhos, parentes, amigos.
Além da participação definitiva da internet, todas as mídias foram usadas. Nenhuma novidade aí, mas a forma coordenada e a constante “busca pelo alinhamento” como explicou David na palestra realmente foram impressionantes. Fazer com que dia após dia o tema que está em pauta no discurso seja exatamente o mesmo em todos os meios (de e-mails, passando por banners, vinhetas de rádio e TV), é algo que impressiona qualquer um que trabalha no mercado e conhece a complexidade para se fazer isso. Mais que isso: é a visão de que repartir o esforço em diversas frentes acaba por enfraquecer o objetivo máximo de construção de marca, algo que também é pouco usual no dia-a-dia de marketing.
O resultado que conseguiram prova que a força da comunicação e o uso dos meios atingem objetivos. No entanto, sem a mobilização de novos votantes, Obama poderia não ter sido o cara, pois fechou com 50% contra 49% de Mcainn quando olhamos apenas os eleitores que também votaram na eleição passada. Atingir os 50% já é um feito para quem era um ilustre desconhecido 3 anos atrás, mas a grande virada da vitória se deu na estratégia de corpo a corpo para a “aquisição” de novos eleitores. E aí, sim, o resultado foi arrasador: 71% contra 24%.
Como disse David Plouffe, “Nada é mais forte do que pessoas falando com pessoas”.

_do MMOnline

_tco

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tecnologia libera a criatividade?

Publicado por tomás em 25 Jun, 2009

spyke lee

spyke lee

Spike Lee, um dos mais influentes cineastas e diretores da atualidade, realizou conferência de imprensa na tarde desta quinta-feira no Festival de Cannes, na França. O Adnews estava lá e, entre destaques, Lee falou sobre o projeto MOFILM, plataforma digital de conteúdo, do qual é um dos apoiadores, e novas formas de convergir tecnologia e publicidade com produção de filmes.

Fiona Bosman, executiva da Nokia, cliente da MOFILM, e Andy Baker, CEO da organização, também estavam à mesa. Lee estava descontraído, brincou com jornalistas, e inclusive disse amar o Brasil.

Ele manteve sua postura de defensor do conteúdo gerado por produtores independentes e fez uma previsão: “anotem esta data (25/06/2009). Alguém que começou nos dias de hoje com um celular na mão será um grande cineasta amanhã”.

Lee considera “maravilhosa” a possibilidade de cada usuário gerar conteúdo. No campo da tecnologia, o cineasta credita isso à explosão digital, que, segundo ele, “libera a criatividade das pessoas” e principalmente dos jovens. Apoiado pela Nokia, Lee e Fiona concluem que este novo movimento é uma boa oportunidade para gerar engajamento entre marcas e pessoas.

O fácil acesso proporcionado pela tecnologia também foi citado. Atualmente, os equipamentos de vídeo são acessíveis e permitem a expansão do modelo. “Não precisamos mais fazer uma faculdade para trabalhar com produção de vídeos”, lembra. O cineasta citou a importância da internet quando o assunto é produzir filmes nesta nova era. Segundo ele, o meio digital abre possibilidades e implementa a qualidade nas criações de conteúdo e informação.

Publicidade

Spike Lee elogiou ainda a qualidade do setor de propaganda no Fesival de Cannes. Afirmou que a indústria de filmes recorre aos profissionais deste mercado por causa da “excelente qualificação” que apresentam. Também reforçou que acredita na sinceridade do meio, já que o setor se baseia em resultados de campanhas, segundo so quais não há como trapacear.

Jurado em Cannes em 2008, o cineasta confessou a dificuldade atuar nesta condição. De acordo com ele, a subjetividade dá o tom num júri e preferências pessoais falam alto, o que pode causar perda de imparcialidade no julgamento.

_Do AdNews

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